Nenê Santana é o novo auxiliar técnico fixo da Ponte. (Foto destaque: Divulgação/ PontePress)

Inicialmente, a quarta-feira (15) foi agitada em Campinas. Bem como, após a renovação com o zagueiro Fábio Sanches, a Ponte Preta anunciou um conhecido da torcida para cumprir o cargo de auxiliar técnico fixo do time. Trata-se de Nenê Santana, zagueiro, que soma seis convocações para a Seleção Brasileira. Além disso, o ex-jogador foi coordenador técnico e treinador da Macaca entre 2004 e 2005.

 “A Ponte me deu tudo que tenho, foram mais de 15 anos, mais de 250 jogos.  Quero passar pros jogadores que aqui é um lugar especial, tem um comportamento diferente, vibração e entusiasmo redobrados. Tem que  ter coração e vibração, mas ao mesmo tempo jogar com a cabeça”.

Da mesma forma, o auxiliar ressalta que está muito animado para exercer a nova função e promete dedicação total.

“Minha expectativa é muito grande e creio que posso ajudar muito com minha experiência e conhecimento de Ponte Preta. Sou um cara tranquilo, ponderado, e estou certo que posso colaborar com um trabalho honesto e aberto, inclusive tendo muita transparência com nossa torcida e com a imprensa”.

Nenê Santana

Vale lembrar, nascido em Rincão (SP) em 1957, José “Nenê” Luiz Santana começou a carreira nas categorias de base da Ponte Preta, em 1973. A saber, quatro anos depois, profissionalizou-se na Macaca, onde sagrou-se vice-campeão paulista em 1977, 79 e 81.

“Como jogador, minhas memória inesquecíveis são da campanha de 81.  No Paulista conquistamos o primeiro turno com uma vitória no dérbi com o Moisés Lucarelli lotado. No Brasileiro, ficamos em terceiro depois de ser eliminados nas semi contra o Grêmio em dois jogos: perdemos em casa, mas lá ganhamos no Olímpico com mais de 100 mil pessoas. Só não seguimos porque eles tinham o melhor saldo de gols”

Além disso, Nenê começou a atuar como coordenador/auxiliar técnico de Marco Aurélio Moreira em 2004, no Vitória. Por outro lado, depois passou pelo Cruzeiro, Palmeiras e Ponte Preta, novamente:

“Aqui fiquei como auxiliar até 2004, quando o Marco saiu e fiquei no lugar dele. Foram 33 jogos, até 2005, e o momento marcante foi a estreia, porque não esperava dirigir um time que gosto tanto como a Ponte, mas o próprio Marco Eberlin, hoje presidente eleito, apostou em mim”.

Em suma, Eberlin comentou sobre a chegada do velho conhecido da torcida:

“O Nenê é um profissional experimentado, que sabe tudo de Ponte Preta. Vinda dele como auxiliar com certeza é uma ótima notícia e vai trazer muitos frutos para o time e a instituição”.

Foto destaque: Divulgação/PontePress

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs