México x EUA – Derby da América do Norte em clima de renovação

A Seleção Mexicana visita os Estados Unidos, hoje (11), às 21h30, no Nissan Stadium, em Nashville, no estado do Tennessee, nos EUA, em busca da primeira vitória pós-Copa do Mundo. O amistoso internacional com data FIFA será a chance de ambas as equipes voltarem ao caminho das vitórias, uma vez que perderam no último amistoso. De um lado, Dempsey aposentou, do outro, Rafa Márquez. Duas lendas de suas respectivas seleções farão muita falta no Dérby Norte-Americano.

Estados Unidos

Depois de , que se aposentou há pouco tempo.

O técnico dos EUA não chamou Christian Pulisic ou Josh Sargent, dois jovens promissores, mas levou outras joias como Tim Weah, Weston McKennie, Josh Sargent e Tyler Adams. Para este específico confronto, Sarachan mexerá em algumas peças: Eric Lichaj, na lateral, deve entrar na vaga de Antonne Robinson. Wil Trapp deve perder espaço para Kellyn Acosta como volante e Gyasi Zardes poder ganhar a titularidade de McKennie.

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Provável escalação: Zack Steffen; DeAndre Yedlin, John Brooks, Matt Miazga e Eric Lichaj; Kellyn Acosta, Paul Arriola, Julian Green e Tyler Adams; Bobby Wood e Gyasi Zardes. Técnico: Dave Sarachan.

México

Depois de ser goleado pelo Uruguai na sexta-feira, pelo placar de 4 x 1, o México voltou aos treinos com foco na seleção estadunidense, da qual tem boa vantagem nos confrontos e é favorita na partida. Dos 23 atletas que foram levados para o Mundial, somente sete foram mantidos: Guillermo Ochoa, Carlos Salcedo, Edson Álvarez, Jesús Gallardo, Jonathan Dos Santos, Hirving Lozano e Raúl Jiménez. A principal arma para vencer é o jovem Lozano, joia mexicana do PSV.

O comandante brasileiro Tuca Ferretti fará algumas mudanças no time derrotado para os celestes. Na zaga, Álvarez e Jesús Angulo devem entrar nos lugares e Rodríguez e Analís. Do meio para frente quem deve ganhar uma chance é Orbelín Pineda, provavelmente no lugar de Alán Pulido. O ataque deve se manter com Lozano e Jiménez.

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Provável escalação: Ochoa; Álvarez, Hugo Ayala, Alanís e Gallardo; Eliás Hernández, Jonathan dos Santos, Orbelín Pineda e Érick Gutiérrez; Raúl Jiménez e Hirving Lozano. Técnico: Ricardo Ferretti.

Retrospecto

Uma rivalidade américo-mexicana vem de anos atrás. Desde a colonização americana no Texas, até então, território mexicano, até os dias atuais onde coites tentam atravessar imigrantes para tentar o “sonho americano”. Sem conta o muro que falou em fazer entre os países o presidente estadunidense Donald Trump. As questões político-econômicas e sociais entre eles apenas se refletiu no esporte. Embora tenham relações diplomáticas próximas, amistoso é algo que passa longe deste duelo.

As adversidades aumentaram quando a história de Jonathan Gonzalez apareceu. Nascido nos Estados Unidos, o filho de mexicanos, com cidadania dupla, podia representar ambos os países. González representou os Estados Unidos em várias seleções juvenis, variando entre o sub-14 até o sub-20, mas sem chances no time principal. Em janeiro de 2018, no entanto, ele teria comunicado seu desejo de representar o México. Em 24 de janeiro de 2018, foi autorizado pela FIFA. Cinco dias depois, fez sua estreia em um amistoso contra a Bósnia e Herzegovina. As federações divergiram, os EUA chiaram, mas não teve jeito. Embora não tenha ido para a Copa com Osório, terá sua chance novamente no time principal dos Aztecas.

Este será o 70º confronto na história da rivalidade. O México leva vantagem tendo 35 vitórias. Os americanos tem 19 triunfos e 15 é o número de empates. O primeiro embate entre eles aconteceu em 24 de maio de 1934, com uma goleada dos EUA por 4 x 2. Depois disso, os americanos só voltaram a vencer um duelo na década de 80. O último encontro entre as nações foi em junho, terminando em 1 x 1, válido pelas eliminatórias da Copa do Mundo, da qual os Estados Unidos não se classificaram, perdendo a vaga para o Panamá.

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Eric Filardi
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