Lewandowski homenageia pai e Jürgen Klopp

- O atacante contou sobre sua história ao "The Players' Tribune"
Instagram/Lewandowski

O troféu de melhor jogador do mundo recebido por Robert Lewandowski saiu da sede do Bayern de Munique direto para a cama do atacante. Então, o polonês revelou  em texto no site “The Players' Tribune“, no qual o jogador homenageou, entre diversas pessoas, seu pai e o técnico Jürgen Klopp.

Dessa forma, Robert relatou, que quando recebeu o prêmio de melhor do mundo, viu sua vida em três fases. Ainda mais, disse que as crianças da Polônia sonham em jogar pela seleção. No entanto, têm um complexo de inferioridade, de que nunca poderiam estar entre as melhores do mundo. Ademais, lembrou de seu pai, Krzysztof, que era professor de educação física e também o treinava, além de levar para os jogos em viagens longas.

LEWANDOSKI E KLOPP

Quando seu pai morreu, sua mãe deu toda a força possível a partir dos seus 16 anos. Todavia, só via uma figura paterna quando começou a trabalhar com Jürgen Klopp, na sua chegada ao Borussia Dortmund, em 2010. Dessa forma, o atacante relata como tudo começou com uma aposta, na qual pagava 50 euros toda vez que não conseguia fazer 10 gols em um treino – mas conseguiu virar o jogo e passou a receber a “caixinha” do comandante.

“Foi o ponto de virada para mim. Foi uma coisa mental, algum tipo de problema. E acho que tem algo a ver com meu pai. Na época não pensei nisso. Mas agora percebo que minha conversa com Jürgen foi como uma daquelas que eu gostaria de ter tido com meu pai. Um daqueles que eu não conseguia ter em muitos, muitos anos. Eu poderia falar com Jürgen sobre qualquer coisa. Eu poderia confiar nele. Ele é um homem de família e tem muita empatia pelo que acontece em sua vida privada.” – disse o polonês.

Ademais, Lewa o comparou como um professor mau, que todo aluno se lembra. Então, relatou orientações que considerou geniais para sua carreira: primeiro, Klopp pediu que Lewandowski fosse mais calmo, tocasse mais na bola e menos afobado; depois, então, pediu que fosse mais direto e rápido. Enfim, o atacante disse:

“Quando eu diminuí, ele me desafiou a acelerar novamente. Um toque. BANG. Objetivo. Ele me desacelerou para me acelerar. Parece simples, mas foi genial, na verdade.”

LEWANDOWSKI PARA SEU PAI

Em suma, deixou a homenagem final e mais forte para seu pai:

” É de manhã cedo e meu pai está me levando a um jogo em algum lugar do outro lado da Polônia, e estamos apenas falando sobre futebol ou sobre a escola ou sobre nada. Estamos sentados no carro juntos e estou olhando pela janela para as árvores que passam, apenas ansioso para outra partida. O que eu vou fazer. Como vou marcar. Como vai ser tudo. Futebol. É isso aí. Essa é a memória. A melhor memória.”

Foto Destaque: Divulgação/Instagram/Lewandowski

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Gabriel Yudi Gati Isii
Gabriel Yudi Gati Isii
Escolhi jornalismo porque tenho paixão pelo futebol. Faço faculdade na PUC-SP e já estudei na Etec Albert Einstein. Meu sonho é viver do esporte que admiro.

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