Lauro é o novo preparador de goleiros da Ponte Preta. (Foto destaque: Divulgação / PontePress)

Desde já, o agora experiente Lauro Júnior Batista da Cruz está de volta à Ponte Preta. Bem como, com um novo e importante desafio: ser o preparador de goleiros da Macaca. Assim como, o ex-goleiro passa a trabalhar com Ivan, Ygor Vinhas, Luan e Guilherme

Por outro lado, como goleiro da Ponte, não há quem não se lembre das grandes defesas e do gol de cabeça aos 52 minutos do 2º tempo contra o Flamengo. Vale lembrar, em 2003, empatando o jogo para a Macaca no Campeonato Brasileiro. Confira:

Assim também, o dérbi que a Ponte ganhou naquele mesmo ano: lembrando a Macaca chegava com duas derrotas em clássicos:

“A Ponte Preta sempre foi um grande celeiro de goleiros, revelou e teve defendendo o gol grandes nomes, de Ciasca a Waldir Peres,  Carlos, Sérgio Guedes, Aranha, Brigatti. Chego em um momento em que o elenco tem grandes profissionais nesta posição, entre eles o Ivan, que é goleiro de Seleção Brasileira, e para um lugar que vinha sendo ocupado por um profissional reconhecido, o Betão”.

Da mesma forma, pontuou da responsabilidade enorme que vai enfrentar. No entanto, vai dar o máximo para estar à altura de toda a história do clube. Ocasionalmente, para obter sucesso nesta nova missão, pretende se espelhar nos grandes preparadores com quem já trabalhou:

“Tive o privilégio de aprender com gente como o Oscar e o Flávio Tenius, quando estive no Cruzeiro, com o Marquinhos e o Maia no Internacional, e o Chiquinho, no Atlético Mineiro. E, claro, aqui na Ponte meu preparador foi o Brigatti, que além de nos ensinar no gol dividia conosco uma paixão enorme pela camisa pontepretana”.

Lauro

Simultaneamente, nascido em Andradina e dono de cidadania brasileira e italiana. Ou seja, o ex-goleiro tem 1m93 e finaliza mandando uma mensagem para a torcida:

“Sei por experiência própria o que é ser goleiro de um time tão tradicional e apaixonante como a Ponte Preta. Podem ter certeza que darei meu melhor para que nossos goleiros continuem a ser os melhores, honrando o time e a tradição da Macaca embaixo das redes.”

Foto destaque: Divulgação/PontePress

Ainah Carvalho
Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs