Cinco maiores defensores da La Liga (Foto Destaque: Reprodução/Getty Images)

A Espanha sempre foi reconhecida por possuir grandes defensores do futebol mundial. Desta maneira, a coluna desta semana lista os cinco maiores zagueiros da história da La Liga.

5ª POSIÇÃO – MANOLO SANCHÍS

Manolo Sanchís é um exemplo de amor à camisa. Assim, o zagueiro defendeu apenas um clube em toda sua carreira: o Real Madrid. Com isso, pelos Merengues, Manolo entrou em campo durante 1983 e 2001. Desta maneira, o espanhol conquistou incríveis 21 títulos pelo Real. Desta forma, ergueu a taça de duas Champions League, duas Copas da UEFA e oito Campeonatos Espanhóis. Além disso, foi eleito o jogador do ano da competição nacional na temporada 1989/90.

4ª POSIÇÃO – GERARD PIQUÉ

Quem via o jovem Piqué no início de sua carreira não imaginaria o grande zagueiro que viria a se tornar. Assim, cria da base do Barcelona, Gerard foi vendido ao Manchester United em 2004, ainda sem jogar pela equipe principal culé. Sua ida para a Inglaterra não foi boa, pois o jogador teve poucas oportunidades nos Red Devils.

Desta maneira, na temporada 2006/07, foi cedido por empréstimo ao Real Zaragoza. No clube, Piqué foi bem e, assim, despertou o interesse do Barcelona. Diante disso, retornou ao clube em 2008. O resto é história.

Assim, o zagueiro defende os Culés até os dias atuais. Pelos catalães, Gerard entrou em campo 553 vezes. Com isso, é o 6° jogador que mais vestiu o manto do clube. Dessa maneira, conquistou três Champions League, três Mundiais de Clubes, oito Campeonatos Espanhóis, seis Supercopas da Espanha e seis Copas do Rei.

Além de fazer história pelo Barcelona, o zagueiro escreveu seu nome na Seleção da Espanha. Dessa forma, o jogador conquistou a única Copa do Mundo do país, em 2010. Na competição, Piqué fez dupla de sucesso com Puyol na zaga da La Fúria, assim como faziam no Barça. Além disso, conquistou uma Eurocopa com a seleção.

3ª POSIÇÃO – FERNANDO HIERRO

Reconhecido no mundo do futebol por ser um zagueiro artilheiro, rápido, seguro, forte e “raçudo”, Hierro fez história na La Liga. Assim, após se juntar ao Real Valladolid em 1987, o Real Madrid demonstrou interesse no espanhol. Dessa maneira, contratou Fernando em 1989, onde permaneceu até 2003.

Nos Merengues, o atleta se tornou um dos maiores jogadores da história do clube. Sendo assim, o capitão Hierro vestiu a camisa madridista em 601 jogos, marcando 127 gols. Com isso, o zagueiro se tornou o 6° jogador que mais vestiu a camisa do Real Madrid.

Portanto, pelo clube da capital espanhola, o ex-atleta conquistou cinco Campeonatos Espanhóis, três Champions League, uma Copa do Rei e três Supercopas da Espanha. Além disso, na temporada 1997/98, Hierro ganhou o prêmio de melhor defensor da UEFA. Além disso, também defendeu as cores da La Fúria. Assim, entrou em campo 89 vezes e marcou 29 gols.

2ª POSIÇÃO – SERGIO RAMOS

Revelado no Sevilla em 2003, Sergio Ramos jogava como lateral-direito na equipe. Assim, o Real Madrid contratou o então jovem de 19 anos em 2005, por cerca de 30 milhões de euros. Dessa maneira, sua chegada nos Merengues coincidiu com a contratação do brasileiro Vanderlei Luxemburgo para comandar a equipe.

Dessa forma, o “Pofexô” via capacidade de Sergio se tornar um grande zagueiro de ofício, por ter ótimo tempo de bola e pouca excelência ofensiva, quando apoiava o ataque. Com isso, o técnico colocou o espanhol no miolo da zaga. Sendo assim, Ramos se tornou um dos maiores zagueiros da atualidade e de todos os tempos.

Considerado por muitos o maior zagueiro atual, Sergio Ramos também é um zagueiro artilheiro, assim como Fernando Hierro. Dessa forma, o defensor já balançou as redes 98 vezes pelos Madridistas.

Portanto, com a camisa do Real Madrid, o atleta possui 654 partidas até o momento. Desta maneira, é um dos maiores ídolos da história recente do clube. No clube, ganhou quatro Champions League, quatro Mundiais de Clubes, três Supercopas Europeias e cinco Campeonatos Espanhóis.

Contudo, Ramos também fez história com a camisa da La Fúria. Assim, já defendeu as cores da Espanha em 175 oportunidades, marcando 23 gols.  Assim como Piqué, conquistou a única Copa do Mundo da seleção, jogando como lateral-direito. Além disso, ganhou duas Eurocopas com os espanhóis.

Além dos títulos coletivos, Sergio Ramos conquistou também diversos prêmios individuais, entre eles duas vezes melhor defensor da UEFA e 10 vezes seleção do ano da FIFA.

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1ª POSIÇÃO – CARLES PUYOL

Chegamos a tão esperada 1ª colocação. Esta é quase unanimidade para os amantes do futebol. Puyol era defensor de grife. Entretanto, jogava simples, mas sua liderança e sua raça dentro das quatro linhas o diferenciava de todos os demais.

Carles construiu toda sua carreira no Barcelona. Assim, subiu para a equipe principal em 1999. Desde então, o jogador se destacava, cometia poucas faltas e sabia marcar como ninguém. Aos poucos seu espírito de liderança foi aparecendo, e, assim, ganhando força no elenco. Contudo, em 2004, se tornou o primeiro capitão catalão.

Com a camisa culé, o ex-zagueiro disputou 593 partidas, até 2014, quando anunciou sua aposentadoria do futebol. Amor à camisa e lealdade aos seus companheiros não faltavam para Puyol, assim se tornando o 4° jogador que mais defendeu as cores do Barça. Com isso, se tornou um dos maiores ídolos da história do clube, ao lado de Xavi, Iniesta e Messi.

Títulos não faltam para o ex-atleta no clube catalão, ao todo foram: três Champions League, seis Campeonatos Espanhóis, duas Copas do Rei, cinco Supercopas da Espanha, duas Supercopas da Europa e dois Mundiais de Clube.

Puyol fez história também com a camisa da La Fúria. O capitão disputou três Copas do Mundo, levando a taça em uma oportunidade. Além disso, conquistou uma Eurocopa com a Espanha. Contudo, o ídolo disputou 100 partidas com a seleção. Individualmente o zagueiro também “representou”, ganhando uma vez o prêmio de melhor defensor da UEFA e três vezes seleção do ano da FIFA.

Foto Destaque: Reprodução/Getty Images

Bruno Reis
Prazer! Sou Bruno Reis, de Santo André, ABC paulista. Desde 2001 vivo, choro e sorrio por futebol. Costumo dizer que este esporte nunca será qualquer um, ele muda e transforma vidas, como fez com a minha. Próximo do término do ensino médio, me senti perdido, me perguntava qual seria meu rumo a partir dali. Apesar de não ter dado certo dentro de campo, percebi que tinha chegado a hora de viver do futebol fora dos gramados, como jornalista. Hoje não me vejo longe dessa profissão, virou minha paixão. O que mais amo fazer é escrever e viver dele com todas as minhas forças.

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