Contratado pelo Real Madrid junto ao Stromsgodset em 2014, Martin Odegaard era visto como uma das principais joias do futebol mundial. Entretanto, o norueguês não teve grandes oportunidades nos Merengues, e, assim, não possui lugar garantido no time de Zidane. Dessa forma, após ficar de fora dos convocados para a partida diante do Alcoyano, pela Copa do Rei, o meio-campista pediu para deixar a equipe por empréstimo e seu destino deve ser novamente a Real Sociedad, clube que vestiu as cores em 2019/20.

No início da atual temporada, Zinedine solicitou o retorno do jovem à Madrid, visando renovar o meio campo da equipe. Entretanto, o desempenho de Martin nos treinos não agradam diariamente o comandante. Dessa maneira, o atleta segue encostado no Real.

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Insatisfeito, o jogador pediu para ser emprestado nesta janela de inverno. Assim, a ideia é bem vista por ambos os lados. Diante disso, a Real Sociedad é o caminho mais provável para o norueguês. Afinal, as duas equipes já possuem conversas avançadas para negociar o jovem até o final da atual temporada.

Segundo os jornal “As“, Martin fará de tudo para defender as cores do clube basco novamente, visando que lá, o atleta viveu seu melhor momento na carreira. Além disso, Odegaard contatou alguns ex-companheiros de Real, expressando sua vontade de retornar à equipe.

Com a camisa do Real Madrid, Martin Odegaard entrou em campo apenas 11 vezes, sem balançar as redes. Por outro lado, pelo clube do Estádio Anoeta, o norueguês disputou 36 jogos, marcando sete gols. Contudo, vale lembrar que o meia tem contrato com os Merengues até junho de 2023. Segundo o site “Transfermarkt“, o valor de mercado do atleta gira em torno de 40 milhões de euros (cerca de R$ 256 milhões).

Foto Destaque: Reprodução/Getty Images

Bruno Reis
Bruno Reis
Prazer! Sou Bruno Reis, de Santo André, ABC paulista. Desde 2001 vivo, choro e sorrio por futebol. Costumo dizer que este esporte nunca será qualquer um, ele muda e transforma vidas, como fez com a minha. Próximo do término do ensino médio, me senti perdido, me perguntava qual seria meu rumo a partir dali. Apesar de não ter dado certo dentro de campo, percebi que tinha chegado a hora de viver do futebol fora dos gramados, como jornalista. Hoje não me vejo longe dessa profissão, virou minha paixão. O que mais amo fazer é escrever e viver dele com todas as minhas forças.

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