É inegável que a chegada de Eduardo Coudet para comandar o Celta de Vigo mudou o ambiente do clube. Assim, o técnico assumiu a equipe brigando contra o rebaixamento na La Liga. Agora, estabilizado, o time almeja pretensões maiores na competição. Dessa maneira, após perder espaço e a braçadeira de capitão com Óscar García, ex-comandante dos Célticos, Hugo Mallo revelou conversas com o atual treinador que inspiraram o atleta.

“ Quando ele chegou, disse-me que queria ver o mesmo Hugo Mallo de antes. Fazendo quilômetros é como me sinto confortável, correndo e lutando. O que ele me pediu não é nada estranho, nada que eu não tenha feito antes. Nesse sentido estou feliz ”, disse o lateral-direito.

Durante a entrevista ao canal “Movistar La Liga”, o defensor revelou que a chegada de Coudet injetou confiança em toda a equipe.

Ele pegou a equipe em uma situação ruim e a colocou para funcionar. Acreditou nos jogadores e nas ferramentas que possui. Ele nos transmitiu esta energia desde o primeiro dia”, disse o atleta.

Por fim, Hugo citou que o setor ofensivo do clube melhorou. Entretanto, revelou que o Celta ainda depende de Iago Aspas.

Ofensivamente somos mais vistosos. As pessoas de fora estão satisfeitas com o trabalho e, acima de tudo, com o que transmitimos”, afirmou o camisa 2. “Para nós, Iago é como o Messi para o Barcelona. Quando falta o melhor jogador, nossa referência, a equipe sente”, completou Mallo.

O Celta de Vigo volta a campo no próximo domingo (7) diante do Huesca, fora de casa, em partida válida pela 26ª rodada da La Liga. Assim, os Célticos ocupam a 11ª posição da competição, com 30 pontos.

Foto Destaque: Reprodução/Getty Images

Bruno Reis
Bruno Reis
Prazer! Sou Bruno Reis, de Santo André, ABC paulista. Desde 2001 vivo, choro e sorrio por futebol. Costumo dizer que este esporte nunca será qualquer um, ele muda e transforma vidas, como fez com a minha. Próximo do término do ensino médio, me senti perdido, me perguntava qual seria meu rumo a partir dali. Apesar de não ter dado certo dentro de campo, percebi que tinha chegado a hora de viver do futebol fora dos gramados, como jornalista. Hoje não me vejo longe dessa profissão, virou minha paixão. O que mais amo fazer é escrever e viver dele com todas as minhas forças.

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