"Caso Hazard opere novamente, pode não voltar a jogar", diz médico (Foto Destaque: Reprodução/Getty Images)

Após 40 dias afastado, Hazard voltou a campo no último sábado (13), na vitória do Real Madrid diante do Elche. Assim, o belga atuou nos 15 minutos finais da partida. Entretanto, se lesionou novamente e desfalcará os Merengues por um mês. Dessa maneira, o belga acumula 11 contusões em apenas duas temporadas pelos Madridistas. Além disso, segundo relatado por José González Pérez, ex-chefe do departamento médico do Atlético de Madrid, as dores de cabeça para Zidane podem não parar por aí.

Se passar por uma terceira operação no tornozelo, pode haver a possibilidade de Hazard não voltar a jogar futebol“, disse o médico. “”Eden deve fazer pelo menos 10 treinos com a equipe. Se voltar depois de uma lesão dessa sem treinar, o mais normal é voltar a se lesionar“, completo José González.

Após a saída de Cristiano Ronaldo, Hazard chegou ao Real Madrid, por cerca de 115 milhões de euros, para ocupar o posto deixado pelo português. Entretanto, com a camisa merengue, o belga convive diariamente com lesões e sobrepeso. Assim, entrou em campo apenas 36 vezes pelos Madridistas, acumulando somente quatro gols e sete assistências.

Diante de tantos problemas, os números de Eden despencaram no mercado. Dessa forma, quando se juntou ao Real Madrid, na temporada 2019/20, o belga era avaliado em 150 milhões de euros. Contudo, no momento atual, o atleta se desvalorizou e vale apenas 40 milhões de euros (cerca de R$ 261 milhões).

Por fim, o Real Madrid volta a campo neste sábado (20), diante do Celta de Vigo, fora de casa, em partida válida pela 28ª rodada da La Liga. Assim, na 3ª posição da competição, os Merengues seguem em busca do título, seis pontos atrás do líder Atlético de Madrid.

Foto Destaque: Reprodução/Getty Images

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Bruno Reis
Prazer! Sou Bruno Reis, de Santo André, ABC paulista. Desde 2001 vivo, choro e sorrio por futebol. Costumo dizer que este esporte nunca será qualquer um, ele muda e transforma vidas, como fez com a minha. Próximo do término do ensino médio, me senti perdido, me perguntava qual seria meu rumo a partir dali. Apesar de não ter dado certo dentro de campo, percebi que tinha chegado a hora de viver do futebol fora dos gramados, como jornalista. Hoje não me vejo longe dessa profissão, virou minha paixão. O que mais amo fazer é escrever e viver dele com todas as minhas forças.