Thierry Henry se ajoelha em forma de protesto

- Técnico do Montreal Impact e ex-jogador protestou contra o racismo e ficou ajoelhado mesmo tempo que Floyd foi asfixiado por um policial branco
Henry se ajoelha em forme de protesto. (Foto destaque: Divulgação/ Major League Soccer)

Thierry Henry passou os primeiros 8min46 da partida do Montreal Impact New England Revolution ajoelhado. Foi um gesto contra o racismo e em memória de George Floyd, símbolo na luta por igualdade nos Estados Unidos e no mundo.

O caso aconteceu em maio, em Minneapolis, após ter o joelho de um policial branco pressionado contra seu pescoço durante quase nove minutos. Imagens da ação policial gravadas por passantes que mostram Floyd gritando: “Não consigo respirar” viralizaram. Ainda assim, não houve qualquer dúvida sobre a motivação de Henry no protesto.

“Fiquei agachado por 8min46, acho que vocês sabem por quê. Foi apenas para fazer uma homenagem e mostrar apoio à causa”, disse o ex-jogador de 42 anos, que trabalha como treinador na MLS, a liga de futebol norte-americana.

 

Assim como, o treinador usava também uma camiseta com a inscrição “Black lives matter” (“Vidas negras importam”). Por outro lado ele espera que a luta não fique restrita aos negros e conta com a colaboração de brancos, algo que já tem felizmente observado.

Pela primeira vez, outras etnias estão envolvidas. Antes, quando por exemplo eu era insultado em campo pela cor da minha pele, gostaria que pessoas de outras etnias do meu time tivessem saído de campo antes de mim. Teria sido poderoso”, afirmou à ESPN norte-americana.

“No fim do jogo, eu não quero que o jornalista faça a pergunta ao negro. Faça a pergunta para todos e veja se eles sentem a nossa dor. Isso vai ter um impacto”, completou o treinador.

Relembre o caso

Em primeiro lugar foi o caso que comoveu o mundo. Georg Floyd foi morto no dia 25 de maio, em Minneapolis, sob custódia policial. O homem de 46 anos teria tentado comprar algo numa lanchonete usando uma nota de 20 dólares falsa. Bem como, o oficial branco Derek Chauvin, 44, ajoelhou-se no pescoço do homem. Ele apelava: “Não consigo respirar”, antes de morrer.

Durante os minutos em que ficou detido e disse não conseguir respirar mais de 20 vezes, os policiais podem ser ouvidos dizendo “relaxe”, “respire fundo”, “você está bem, está falando bem”.

Logo depois com a morte dele, os Estados Unidos e outros países registraram protestos em defesa das vidas negras e contra o racismo e a violência policial.

O mundo esporte também se uniu em campanha contra o racismo com diversas estrelas de várias modalidades protestaram contra preconceito e aderiram ao movimento ‘Vidas Negras Importam'.

Foto destaque: Divulgação/ Major League Soccer

Ainah Carvalho

Sobre Ainah Carvalho

Ainah Carvalho de Oliveira Silva já escreveu 40 posts nesse site..

Ahhh o jornalismo, gosto muito do contato, de escrever, falar, questionar e lembro bem que desde pequena sonhava entrevistar os jogadores após o jogo. Aí cresci e o desejo continuava. Entrei para a faculdade de jornalismo e me formei em 2015. Na época da faculdade trabalhei em rádio-escuta em uma assessoria e fui repórter em um site de máquinas. Após a formação trabalhei em uma assessoria com artistas independentes e também já cuidei das redes sociais de um hotel. Fiz bons cursos no Senac como o jornalismo esportivo, grande amor, também fiz apresentação de programas jornalísticos e programas de variedades. Mas o que eu me identifiquei foi apresentar um programa esportivo. Ahhhh esse amor rsrs

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Ainah Carvalho
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