Grêmio na expectativa para duelo contra o Bahia

Antes de tudo, na manhã desta quinta-feira, o Grêmio se reapresentou para o último treino, antes do embarque para Salvador, onde irá enfrentar o Bahia, em  duelo, que pode ser considerado o jogo do ano para o time. Assim, podendo valer uma vaga na séria A do Campeonato Brasileiro de 2022.

A saber, os jogadores que iniciaram o jogo contra o Flamengo, realizaram um trabalho regenerativo, o restante treinou em campo. Na primeira parte, o comandante Vagner Mancini trabalhou posse de bola e finalização com dois zagueiros. Na sequência, ocorreu duelos de 5 contra 5.

Grêmio para enfrentar o Bahia

Nesse ínterim, para o jogo, Mancini não poderá contar com Lucas Silva que cumpre suspensão pelo terceiro cartão amarelo e Robert que foi expulso na última partida. Além disso, o técnico estuda mudar metade da equipe. O zagueiro Kannemann ainda é dúvida, já que segue com dores, porém estará pelo menos no banco. No último jogo, inclusive foi um dos atletas que empurrou e motivou o time para o empate.

Dessa forma, a provável escalação seja:  Gabriel Grando; Rafinha, Geromel, Kannemann (Ruan) e Bruno Cortez; Thiago Santos e Villasanti (Victor Bobsin); Alisson (Douglas Costa), Campaz e Ferreira; Borja (Diego Souza).

Lembrando, que este é um duelo equivalente a uma final. Já que ambos times lutam para não cair, para que isso aconteça, o Tricolor Gaúcho precisa de três vitórias, em quatro jogos. Entretanto, é o último duelo com um time que também está na zona de rebaixamento e que briga diretamente por um vaga, sendo considerado um jogo de seis pontos.

Por fim, o Grêmio embarcou hoje a tarde para Salvador, onde fica concentrado até o duelo. Amanhã, a equipe também realiza o último treino, no CT do Vitória. Os times se enfrentam às 19h, na Arena Fonte Nova.

Foto destaque: Reprodução / Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Emilena Gonçalves
Prazer, Emilena Gonçalves! Estudante de jornalismo, gaúcha, gremista, Neymarzete e amante do futebol. Me apaixonei pelo futebol na copa de 2002 e por crescer em uma família que só acompanhava Copa do Mundo, precisei começar a frequentar os estádios sozinha, aos 14 anos. A vontade de fazer jornalismo começou aos 12 anos, e nada melhor do que unir duas paixões.

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