Gonçalo Paciência

Nesta segunda-feira (27), o atacante português Gonçalo Paciência, do Eintracht Frankfurt, declarou ao programa argentino Presión Alta, que tem o sonho de, um dia, jogar pelo Boca Juniors. O português revelou sua paixão pelo clube Xeneize, assim, conhecendo alguns cânticos da torcida, além de acompanhar o time desde sua infância.

“Eu acho que esse amor pelo Boca, como todo mundo na Europa, começou a vir do meu pai que me contou sobre Maradona. Desde criança, lembro-me de ver as coisas de Maradona e sempre vi vídeos do Boca”.

Gonçalo Paciência não foi o primeiro jogador europeu a elogiar, demonstrar simpatia, ou até mesmo a atuar por clubes sul-americanos. Dessa forma, um dos casos mais recentes é do ex-volante italiano Daniele de Rossi, que fez grande carreira na Roma, na Seleção Italiana e passagem pelo próprio Boca Juniors – onde encerrou sua carreira.

O atacante diz que é um sonho jogar na La Bombonera, embora nunca tenha tido a oportunidade de conhecer a Argentina e, consequentemente, o estádio emblemático. Entretanto, afirmou que gostaria de visitar a Argentina no futuro. Gonçalo ainda disse que está sempre em busca de saber mais sobre o Boca, e acompanhando as partidas.

“Eu sempre tento saber um pouco mais sobre o Boca e agora que jogo com o (David) Abraham, que não é do Boca, mas é argentino, conversamos muito sobre isso, acompanhamos muitos jogos juntos. A Argentina é um país que eu não conheço e adoraria conhecer. o futuro”

EUROPA É EUROPA

Apesar de ter demonstrado grande fanatismo pelo Boca Juniors, Gonçalo Paciência diz que “Europa é Europa”. Ou seja, aos 25 anos, o jogador assegura este ainda não ser o momento apropriado para deixar o velho continente e vestir as cores azul e amarela. Entretanto, após tornar público o seu carinho pelo clube argentino, deixa uma porta aberta para o futuro.

Foto destaque: Reprodução / Getty Images

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Victor Parrini
Como amante de rádio, TV e esportes (principalmente o futebol), esses foram alguns dos motivos que me levaram a escolher o jornalismo para a minha vida. Como jornalista, quero ouvir e contar histórias, porque isso é o que nos move. Aqui exponho meu primeiro contato com a escrita esportiva.

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