Goleiro Thomazella comemora marca expressiva com a camisa da Portuguesa

No último sábado (30), na partida entre São Caetano e Portuguesa, foi especial para o goleiro Thomazella, da Lusa. Isso porque o arqueiro, de 31 anos, alcançou a marca de 50 jogos com a camisa Lusitana. Thomazella está na Portuguesa desde o segundo semestre de 2020 e se tornou um dos principais nomes da equipe. Ao passo que o goleiro celebrou a marca alcançada e diz querer chegar a marcas ainda mais expressivas. Além disso, o atleta relembrou as dificuldades enfrentadas nesses quase dois anos de time.

“É uma marca que para alguns pode parecer pouco, mas para mim tem um grande significado. Desde que cheguei aqui, passei por momentos difíceis, tanto na parte profissional como pessoal. Então, poder alcançar essa marca é algo bem significativo para mim. Fico muito feliz mesmo pelos 50 jogos e espero poder seguir aqui na Lusa para alcançar números ainda mais expressivos dentro desse clube gigante”, disse.

Thomazella e números positivos

Os números do goleiro defendendo a meta da Portuguesa são expressivos. Em mais de 50% dos jogos em que esteve defendendo o gol lusitano, Thomazella deixou o jogo sem sofrer gols. Ao todo, são 27 jogos sem sofrer gols. Quando Thomazella esteve em campo, a Portuguesa perdeu apenas 6 jogos. Foram 27 vitórias e 16 empates. O arqueiro celebrou os números, mas também reconheceu a importância de seus companheiros.

Graças a Deus, venho fazendo bons jogos com a camisa da Portuguesa. Tenho trabalhado muito forte para isso acontecer. Agradeço aos nossos treinadores e, principalmente, aos meus companheiros, pois eles são fundamentais para esses números. Espero seguir jogando e ajudando a Portuguesa da melhor forma dentro de campo”, concluiu.

A saber que a Lusa volta a campo contra o Água Santa, no próximo sábado (6), às 15h (horário de Brasília), no Estádio Municipal José Batista Pereira Fernandes, a Arena Inamar, em Diadema.

Foto destaque: Fabio Giannelli/Sindicato de Atletas SP

Tity Marx
Na verdade, não fui eu que escolhi o jornalismo e sim ele que me escolheu. Sem dúvidas, a profissão é como um oceano que precisa ser desvendado na sua profundeza, só assim é possível conhecer e respeitar toda sua beleza.

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