A esperança pode ser o futebol

Com à propagação do modo de governo capitalista, o Brasil vive uma grande desigualdade social. Jovens que vivem em periferias estão à merce de serem inseridos em um ambiente conturbado pelo resto da vida. Entre a molecada sempre têm uns que partem para o mundo das drogas e, consequentemente, vão praticar crimes. Porém, há alguns que decidem dedicar o seu tempo jogando futebol com seus amigos na rua de casa ou em quadras públicas.

O sonho destas crianças, na maioria das vezes, é se tornar um atleta profissional. Desde de pequeno já sabem que o jogo entre as quatro linhas pode ser a luz no fim do túnel da qual eles precisam para fugir da triste realidade. Infelizmente, ao decorrer da estrada, muitos se perdem pelo caminho e não conseguem atingir seu objetivo.

Os jogadores que atuam ou já atuaram em clubes profissionais, vieram, em grande escala, dos bairros pobres das suas cidades. Os casos mais notáveis são os de Ronaldinho Gaúcho, Robinho, Ronaldo Fenômeno, Cafu e Adriano. Todos esses também tiveram uma infância muito conturbada, em meio a violência e drogas e, a saída para não entrar no caminho errado, foi correr atrás da bola.

É necessário um incentivo não apenas dos pais, mas também do governo. Sabemos que ou o pai ou a mãe (de preferência os dois) precisam auxiliar seu filho de alguma maneira. Não estou dizendo financeiramente, até porque o dinheiro é o principal problema que citei. Digo que é imprescindível um apoio moral, ético e psicológico, com o intuito de criar um bom cidadão para que seja emancipado em uma sociedade. Já o governo, por sua vez, não faz o papel eficiente que deveria ser feito. Atualmente há alguns programas sociais que ajudam a criançada, no entanto ainda existe lugares que esses movimentos não chegaram e, provavelmente, vai demorar à chegar.

O futebol, sem dúvidas, não é apenas 22 homens correndo atrás de uma bola. Ele e como qualquer outro esporte, abre portas ao jovem cujo pretende melhorar pelo menos um pouco sua vida financeira.

Por outro lado, não podemos pensar que jogar bola é a única solução destes menores saírem da miséria. Se não houver uma política pública decente que possa ajudar os menos favorecidos, será difícil mudar o futuro da nossa pátria. Será que seria mesmo necessário apelar para o esporte se tivéssemos uma boa qualidade na educação? Com certeza NÃO!

Sergio Vitor

Sobre Sergio Vitor

Sergio Vitor já escreveu 151 posts nesse site..

Jornalista com 22 anos de idade, atua, há três, como repórter, redator e social media para uma revista especializada do setor de seguros, economia e negócios. Em 2016, ainda na graduação, começou a dedicar seu tempo escrevendo matérias no Futebol na Veia. Atualmente, é responsável pela análise de SEO do FNV, além de participar de programas esportivos na rádio, todos alinhados ao site.

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Jornalista com 22 anos de idade, atua, há três, como repórter, redator e social media para uma revista especializada do setor de seguros, economia e negócios. Em 2016, ainda na graduação, começou a dedicar seu tempo escrevendo matérias no Futebol na Veia. Atualmente, é responsável pela análise de SEO do FNV, além de participar de programas esportivos na rádio, todos alinhados ao site.

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