Após a derrota deste último domingo (24) para o Fluminense, por 2 x 0, o técnico do Botafogo, Eduardo Barroca, começou a planejar a temporada que está por vir. Na última colocação do Brasileirão, o Glorioso muito provavelmente jogará a Segunda Divisão na próxima temporada. Além disso, não se sabe nem se o técnico será mesmo o atual.

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Reformulação do elenco

Em entrevista coletiva após a partida, Barroca falou sobre vários assuntos, com um semblante desanimado. Ele lembrou que não poderá fazer muitas mudanças no elenco nesta reta final de temporada. Porém, o treinador visa reforços para a próxima temporada:

“Entendo reformulação nesse momento apenas como possibilidade de já definir nosso planejamento futuro de já buscar jogadores que nos interessem para a próxima temporada”, disse Barroca.

Além disso, falou que o clube deve ter claro o que fazer com os jogadores já no elenco. Além disso, comentou que, com a chegada de Eduardo Freeland na direção de futebol do clube alvinegro, isso deve começar a ser discutido.

Falta de criação

A princípio, Barroca fala de ter apenas um homem de criação no elenco, sendo esse Bruno Nazário. O treinador relatou a imprensa nesta última noite que este fato impacta no nível da competição interna pela posição. Além disso, o clube não tem como achar outro jogador de criação neste final de temporada, segundo o comandante do Glorioso.

Rafael Forster

O técnico ainda falou sobre o posicionamento do zagueiro Rafael Forster, que entrou no lugar do atacante Pedro Raul, fazendo o Botafogo jogar num 5-3-2. Conforme disse Eduardo Barroca, Forsterentrou como um terceiro zagueiro, que, a princípio, iria jogar na frente dos outros dois zagueiros. Sendo esses Kanu e Marcelo Benevenuto.

Todavia, em boa parte do primeiro tempo, ele acabou jogando por trás dos dois. E no momento em que passava do meio de campo, Forster atuou na construção de jogadas, na frente dos dois zagueiros, como queria Eduardo. Já no segundo tempo, o técnico do Glorioso optou por manter Forster na frente dos outros dois zagueiros. Por entender que não havia necessidade de jogar com três zagueiros, já que o Fluminense jogava com apenas um atacante centralizado.

Foto Destaque: Divulgação/Vitor Silva/Botafogo

João Victor Freire
Alagoano, porém criado no Rio De Janeiro. 20 anos. Tenho pra mim que o Jornalismo é uma das profissões mais belas que existem, e é o que eu sei e gosto de fazer desde pequeno. E aliado a isso, tenho uma paixão por esportes.

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