Goiás: Edminho reprova atitude de torcedores!

Antes de mais nada, após o desentendimento entre Alef Manga, Paulo Egídio e os torcedores do Goiás, o Vice-Presidente do Conselho Deliberativo, Edminho Pinheiro, se mostrou indignado com o comportamento dos torcedores.

O CASO ENVOLVENDO O ATLETA, O SUPERVISOR E A TORCIDA DO GOIÁS

A princípio, o caso envolve o atacante Alef Manga, o supervisor de futebol Paulo Egídio e a torcida organizada do Goiás.

Resumidamente, a torcida cobrou o time após a derrota para o Náutico dentro de casa. Como consequência, um dos principais alvos da organizada foi o atacante Alef Manga. No entanto, Paulo Egídio não concordou muito com a cobrança feita ao atleta. Assim, reagiu com chutes na grade e cusparadas.

O PRONUNCIAMENTO DE EDMINHO SOBRE O FATO

Após o ocorrido, Edminho se pronunciou:

“O Goiás mantinha até então 100% dos resultados em seus domínios e isso nós sabíamos que não ia acontecer de vencer sempre, porque isso é difícil. É difícil entender porque as vezes está acontecendo tanta cobrança como essa, cobrança por qual motivo? Vai fazer falta por muitos e muitos anos. Torcedores como a minha querida e saudosa Tia Fia e o Seu Arlindo, que vão fazer falta por muitos e muitos anos, esses sim são torcedores do Goiás, não três torcedores que foram lá cobrar do Alef Manga fazer o gol? Ou foi por causa do zagueiro do Náutico que tirou? Que isso? não é assim que são torcedores. Seu Arlindo e Tia Fia jamais teriam esse comportamento que deviam estar em casa, já que está proibido ir ao Estádio” – desabafou.

A DEFESA POR ALEF MANGA

Ainda, o Vice-Presidente do Conselho Deliberativo contestou as críticas feitas ao atacante:

“Agora não entendo. Com todo respeito que tenho as torcidas organizadas. O fato ocorrido essa semana, com um jogador que foi disputado a peso de ouro, como é o caso do Alef Manga, ele é diferenciado mesmo. O Romário não era normal, o Renato Gaúcho não era normal, eu não quero jogador normal. Eu quero jogador extraordinário como é o caso desse rapaz. Vocês sabiam que ele fez uma exigência no contrato dele? Do que ele ganha, ele só quer 10 mil reais pra ele viver em Goiânia. Porque 90% do que ele ganha vai pra mãe dele que é Gari. O Presidente do clube quis trazer ela pra trabalhar no clube mas ela não quis sair de Santos. E porque ele foi cobrado dessa maneira?  Por ter pessoas! Porque nós sabemos, foram três pessoas que estavam presentes naquela vez que quebraram o CT e agrediram um zagueiro do Goiás, que depois levou o Goiás na justiça e o Goiás teve que pagar milhões por aquela bagunça. Isso pra mim não é torcedor” – finalizou Edminho.

Foto destaque: Reprodução/Sagres On
André Merice
A paixão pelo esporte me fez escolher a profissão. A experiência como atleta não foi como o esperado. Então, procurei algo em que me encaixasse. E o Jornalismo foi a primeira opção! Falar já é bom, quando o assunto é futebol, se torna melhor ainda.