Jogador começou no Juventus da Mooca, passou pelo Corinthians e time da Grécia, mas foi no Verdão que se destacou

Se falar do time do Palmeiras na Copa São Paulo de Futebol Junior de 2015, automaticamente, torcedores e fanáticos por futebol se recordam de uma figura que se destacou dentro de campo. Chistopher Lambert, o meia mesmo, quase xará do famoso ator de Mortal Kombat, Christopher Lambert, se não fosse o R que falta do nome do jogador e as diferenças de atuação, um nas telas da TV e o outro nos gramados.

O destaque do jovem que, na época, tinha seus 20 anos, se deu pela sua artilharia no Verdão durante a competição, quando somou 7 gols, mesmo não sendo titular absoluto.

“Fui muito feliz naquele jogo quando fiz uma excelente atuação e marquei 4 gols na goleada de 6 a 1”, o meia se recorda do grande feito em jogo da primeira fase da Copinha, diante o Murici-AL.

O que poucos sabem é a semelhança existente na imbatível jogada do holandês Arjen Robben com o que Cris, como gosta de ser chamado, também faz dentro das quatro linhas. Cortar para a esquerda e finalizar com categoria, esse é o estilo utilizado em suas jogadas e, assim como Robben, dificilmente alguém segura.

“Ser comparado com um craque como ele é motivo de muito orgulho. Realmente esse é meu estilo de jogo e me espelho muito na qualidade de grandes como o Robben. Também sou muito fã do Messi, esses caras são inspiração para o futebol, não tem como não admirar”, comenta.

No Palmeiras, Cris disputou vaga com mais nove no time profissional e, por este motivo, fez acordo com o clube, rescindiu o contrato e foi para a Grécia, onde atuou por um ano. Voltou para o Brasil, e agora, em 2017, fez parte do elenco do Potiguar de Mossoró na série D do Campeonato Brasileiro.

“Minha transferência para o Brasil demorou, meu nome só ficou disponível no BID no meio da primeira fase da competição e eu atuei em três jogos. Joguei bem, dei assistências, mas infelizmente o time não se classificou como era o desejado por todos os envolvidos, mas isso faz parte de um trabalho que precisa ter sequência, o “Time Macho” não teve tempo para se preparar e teve diversas mudanças em muito pouco tempo. Time nenhum consegue bons resultados sem um trabalho contínuo”, dispara sobre a situação do Potiguar de Mossoró que ficou em último lugar na classificação do grupo 5.

Hoje, disponível no mercado, Cris analisa algumas propostas e espera dar sequência em sua trajetória, para se destacar novamente. Para o jogador, o que falta é uma oportunidade.

“Falta uma oportunidade para que todos conheçam mais o meu trabalho, e possam verificar minha semelhança com o craque Robben, já que muitos próximos a mim me falam muito sobre isso. (risos)”, brinca e finaliza ao falar sobre seu estilo de jogo ser comparado ao holandês do Bayern.

Redação FNV
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