Corinthians negocia patrocínio e naming rights

- Com números altos em dívidas e sem apoio master, vender o nome do estádio pode ser uma solução

Na última quarta-feira, antes da partida contra o Independiente, o Corinthians lançou as suas novas camisas e afirmou que pretende acrescentar uma novidade interessante nos mantos. Sem patrocinador máster desde abril do ano passado, quando terminou o contrato com a Caixa Econômica Federal, o diretor de marketing Luis Paulo Rosenberg segue em busca de um novo investidor.

Depois de inaugurar um monumento em homenagem ao ídolo Sócrates diante do estádio de Itaquera, Rosengerg foi taxativo: “Vai ter patrocínio máster”. O clube ainda busca uma empresa interessada em comprar os direitos de nome da sua arena.

“As negociações do patrocínio e do naming rights são muito parecidas. Até tenho negociações em andamento em que o patrocinador quer as duas coisas. Ele acha importante ter o nome na arena e também quer ter o nome na camisa. Estamos equilibrando dois pratos ao mesmo tempo, mas chegamos lá”, disse o diretor.

Geral, antes da partida do Corinthians x Independiente-ARG, válida pelo Grupo-7 da Copa Libertadores da América 2018.
(Reprodução/Djalma Vassão/Gazeta Press)

O departamento de marketing trata as negociações com precaução, e acredita ser “muito otimismo” esperar um desfecho até a Copa do Mundo na Rússia, quatro anos depois do estádio corintiano ter sido construído para abertura do Mundial no Brasil. E afirma que não deixaria escapar um patrocinador máster em troca da esperança de comercializar também os direitos de nome do estádio conhecido popularmente como Arena Corinthians.

“São decisões tomadas dinamicamente. Se eu sentisse que estamos próximos de fechar as duas coisas, seguraria. Mas a gente conhece e vai respeitar aquele princípio de que um pássaro na mão é melhor do que dois voando”, avisou Rosenberg.

O certo é que o Corinthians priorizará as empresas com marcas famosas, já que a gestão anterior foi bastante criticada por vender espaços do uniforme àquelas que ainda procuravam se firmar no mercado.

“O problema não é tanto dinheiro, mas a respeitabilidade da marca. O Corinthians gosta de estar associado a marcas de que o torcedor se orgulha de ver na camisa. Tem que ser alguma coisa realmente marcante, esse é o escopo da nossa briga”, enfatizou Luis Paulo Rosenberg.

Úrsula Gomes

Sobre Úrsula Gomes

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Estudante de jornalismo, 20 anos, moradora da terra onde nasceu o América, e apaixonada por futebol. A paixão pelo futebol fez florescer a vontade de atuar no jornalismo. Falar sobre o esporte mais popular do mundo é vibrar como se estivesse dentro de campo, e trazer essa sensação pro texto. #DeixaElaTrabalhar

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