Para chegar onde cheguei, passei por muitas dificuldades“. Logo, essa é uma das frases que mais acompanham os atletas que querem se tornar jogador de futebol no Brasil. Dessa forma, as adversidades não somente financeira, mas também o pouco espaço para os novos é um grande problema. Assim também, foi a carreira de Weslen Júnior. Atacante com passagens por várias equipes na base, ele só foi jogar como profissional em uma equipe fora do país. Atualmente no Puskás Akadémia, da Hungria, bateu um papo para a Coluna  Lado B, e contou um pouco de sua trajetória.

PING-PONG, COM WESLEN JÚNIOR

A gente sabe que se tornar jogador profissional no Brasil é bastante complicado. Quais foram as principais dificuldades encontradas? Você já pensou em desistir?

“A princípio, acho que não só eu, mas todos sabem que no Brasil o nível de competição de atleta é muito Alto. Dessa maneira, para chegar aonde eu cheguei, passei por muitas dificuldades dentro e fora do clube. Assim, no começo, passei por alguns clubes que não tinham toda a estrutura que um atleta precisa. Por algumas vezes eu pensei em desistir, mas sempre tive meus pais como minha maior motivação.”

Após o São Bernardo, você se transferiu para a Armênia. Como ocorreu esse processo de adaptação?

“Após a primeira fase do Campeonato Paulista logo em seguida me transferir para o futebol armênio. Porém, a minha adaptação foi muito mais rápida do que o clube esperava. A equipe me deu todo suporte para minha evolução tanto quanto pessoa e como atleta”.

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Quais as diferenças que você percebe entre os países, principalmente em questão de estrutura, torcida?

“De antemão, cada país tem a sua forma de jogar futebol. Sendo assim, na Armênia. Foi minha primeira experiência, logo senti o futebol em um nível bom aonde toda equipes são competitivas. Do outro lado, na Hungria a dificuldade é um pouco mais alta. Ao passo que já é uma país mais centrado dentro da Europa, onde o futebol é mais visado. A maioria dos clubes têm uma boa estrutura. Contudo, nada se compara com a Puskás, uma estrutura excepcional, uma torcida maravilhosa, apoiando a equipe”.

Ídolos

Quais seus ídolos no futebol?

“São muitos jogadores que eu tenho admiração muito grande. Entretanto, hoje eu venho acompanhando o Neymar, pela forma que ele jogar pelo desempenho que ele vem deixando dentro de campo. Portanto, não tenho dúvidas que ele é uma referência para muito jovens. Por outro lado, também gosto do futebol do Cristiano Ronaldo. O modo como ele trabalha sempre querendo ser o melhor em todas as funções. Assim, o jovem ver ele determinado, sendo sempre o primeiro e chegar no treino e último a sair”.

Seleção e futuro

Você é atacante e estamos acompanhando uma reformulação na seleção. Você pensa na amarelinha como algo essencial?

“Antes de mais nada, isso não é um sonho só meu. Mas é de muitos atletas que sonham em defender as cores do nosso país. Dessa forma, jogar na Seleção Brasileira é meu maior objetivo. Trabalho muito para isso acontecer. É um sonho de criança”.

O que o Weslen Júnior pretende para o futuro?

“Pretendo alcançar todas as minha metas e objetivo. Porém sou um jogador de apenas 20 anos. Logo, tenho muito a trabalhar e a evoluir muito mais. Afinal, minhas pretensões é jogar em grandes clubes da Europa, disputar as maiores competição de futebol. E claro jogar na Seleção Brasileira”.

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Foto destaque: Reprodução/Arquivo Pessoal

Gilvan Rodrigues
Gilvan Junior, 20 anos, natural de Feira de Santana, estudante de jornalismo pela FAT. Desde pequeno, meu principal assunto era o esporte. Sempre acompanhado programas, sites, etc. Decidir, partir pra área que me dará a oportunidade de viver daquilo que mais amo. O futebol.

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