Conheça técnicos brasileiros que se arriscaram em Seleções do Oriente Médio

- Veja ou relembre os brazucas em times do outro lado do mundo

Denominados por muitos como o país do futebol. O Brasil sempre teve seus profissionais  assediados. Seja treinadores ou jogadores em todo o tempo tiveram bom mercado lá fora. Dessa forma, muitos que não conseguiram se destacar em solo nacional partiram rumo ao desconhecido e se deram bem. Assim, a coluna Lado B do futebol resolveu relembrar alguns técnicos Brasileiros que tiveram sucesso e tiveram passagens por seleções do Oriente Médio.

Paulo Autuori

Autuori foi mais um dos técnicos Brasileiros que se arriscou no Futebol do Oriente Médio. Com títulos relevantes em seu currículo como a dobradinha Libertadores e Mundial com o São Paulo em 2005. Contudo, sua passagem pela Seleção do Catar não foi das melhores. Começou na seleção de base e posteriormente substituiu Sebastião Lazaroni no comando da principal. Porém não teve boa performance sendo demitido após cinco jogos onde perdeu quatro e empatou o que culminou na sua demissão.

 

Carlos Alberto Parreira

Carlos Alberto Parreira têm um histórico disputas de copa do Mundo. Assim, duas delas foram verdadeiros desafios para o treinador Brasileiro. Logo, a primeira foi em 1982 com a seleção do Kuwait. Contudo, não teve sorte e caiu no grupo da “morte” com Inglaterra, França e Checoslováquia. Assim o melhor resultado foi um empate com os Tchecos, tendo perdido para os outros dois adversários. Tendo ficado na fase de grupos. Por outro lado, dirigiu a seleção dos Emirados Árabes Unidos  no Mundial de 1990. A princípio a equipe até tentou , perdeu de forma digna na estréia para a Colômbia por 2 x 0. Porém, na sequência foi presa fácil, perdeu de 5 x 1 para a Alemanha Ocidental e 4 x 1 para Iugoslávia e deu adeus como a pior equipe da competição.

 

Marcos Paquetá

Marcos Paquetá é desconhecido por muito dos brasileiros. A princípio sua carreira é feita praticamente toda lá fora. Assim, possui muito sucesso nas equipes que dirigiu no Oriente Médio sendo considerado ídolo na Arábia Saudita. Dessa forma, recebeu o convite para dirigir a seleção local na Copa do Mundo de  2006. Porém, teve um desempenho pífio sendo eliminado ainda na primeira fase. Ao todo dirigiu a equipe em 30 oportunidades. Sendo: 14 triunfos, oito empates e oito derrotas.

 

Paulo Campos

Paulo Campos , teve uma trajetória meio que inversa começou em um modesto time da Nigéria, logo após foi ser auxiliar técnico da seleção do Kuwaitiana. Contudo, retornou ao Brasil para treinar equipes de baixo escalão do Futebol Carioca. Após voltou para o kuwait como técnico. Ficou apenas cinco jogos, venceu três perdeu os outros dois. Após rodou o Oriente Médio e dirigiu equipes do Qatar em 2000/2001, assim também teve uma passagem rápida com seis jogos disputados, venceu três e perdeu as outras três. Outro aspecto que chama atenção é que Paulo Campos também foi auxiliar de Vanderlei Luxemburgo na época do Real Madrid. Porém, hoje encontra sem nenhuma equipe no momento.

Foto: reprodução/futebol Paranaense.Net

Evaristo de Macedo

Dos técnicos Brasileiros talvez o  de maior prestígio tanto Nacional quanto Mundial. No Catar, Evaristo de Macedo dirigiu as seleções junior e principal levou o país a duas olimpíadas e sagrando-se vice-campeão mundial junior em 1981, na Copa do Mundo da Austrália. Posteriormente, dirigiu a Seleção Brasileira em 1985 um pouco antes das Eliminatórias para o Mundial de 1986, no México, levando a Seleção Brasileira ao torneio. Contudo, acabou sendo substituído e na sequência foi o treinador do Iraque no mundial de 1986.

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Seleção do Qatar!

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Foto destaque: Globo Esporte

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Gilvan Rodrigues
Gilvan Rodrigues
Gilvan Junior, 20 anos, natural de Feira de Santana, estudante de jornalismo pela FAT. Desde pequeno, meu principal assunto era o esporte. Sempre acompanhado programas, sites, etc. Decidir, partir pra área que me dará a oportunidade de viver daquilo que mais amo. O futebol.

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