Noruega x Brasil

O Lado B do Futebol desta semana, antes de mais nada, levará você para o extremo norte da Europa. Com o objetivo de contar a história de um ‘velho' e nada amigável conhecido do futebol brasileiro: A Seleção da Noruega.

HISTÓRIA

A seleção norueguesa de futebol, é responsável por representar o país da Noruega nas competições de futebol, organizados pela UEFA e FIFA. Atualmente, o time disputa seus jogos como mandante no Ullevaal Stadion, com capacidade para 25.582 mil pessoas, na cidade de Oslo (capital).

No cenário internacional, o país tem pouca expressão, pois participou apenas de três edições da Copa do Mundo, sendo elas nos anos de 1938, 1994 e 1998. Destaque para a última Copa disputada em 1998, realizada na França, na qual a seleção atingiu sua melhor classificação ao alcançar às oitavas de final. Se tratando de Eurocopa, a inexpressão é ainda maior, colecionando apenas uma participação no ano de 2000. Por fim, seu único título reconhecido oficialmente, é o de campeão dos Jogos Olímpicos de 1936, realizado em Berlim, na Alemanha.

CARRASCO DA ‘CANARINHA'

Apesar do fraco desempenho em competições oficiais em sua história, a Noruega tem um ‘título' simbólico que nenhum outro time de futebol tem: o de nunca ter sido derrotado pelo país do futebol. Isso mesmo, acredite se quiser, foram quatro confrontos em toda história, com duas vitórias para os Nórdicos e dois empates.

Mesmo que em três destes quatro jogos disputados, tenham sido apenas amistosos, o confronto de 1998 durante a Copa da França, marcou época para os europeus, ao derrotarem a seleção brasileira por 2 x 1. O mesmo Brasil,  comandado pelo ‘lendário' Zagallo, que semanas após este revés, chegou ao vice campeonato do torneio. Engrandecendo ainda mais o feito dos noruegueses.

CURIOSIDADES

Diferentemente do futebol masculino, as mulheres norueguesas são um verdadeiro espetáculo dentro das quatro linhas. Ainda mais depois de terem conquistado a Copa do Mundo Feminina de 1995, organizada pela FIFA e a medalha de ouro dos jogos olímpicos de 2000, sediado na cidade de Sidney (Austrália). Além claro, de contar com a Melhor Jogadora do Mundo de Futebol Feminino, eleita em 2018, a atacante Ada Hegerberg.

Definitivamente a tradição se estende ainda mais, se formos parar para pensar em outras conquistas dessas europeias. Como por exemplo as medalhas de bronze obtidas nos Jogos Olímpicos de 1996 e na Eurocopa Feminina dos anos de 1987 e 1993. Seguindo o exemplo dos Estados Unidos, os homens se inspiram em suas compatriotas campeãs, para assim como elas, virarem potência de sua modalidade um dia.

Reprodução/Benoit Tessier/Reuters

GERAÇÃO DE OURO

Da mesma forma que a seleção Belga vem se destacando com a sua geração de ‘ouro', a Noruega também está esperançosa quanto a sua nova safra de talentos. Logo, comandados pelos jovens Odegaard e Haaland, o país sonha em não só voltar para as grandes competições, mas conquistá-las. Sendo assim, a primeira oportunidade está lançada, pois a seleção depende de uma vitória em cima da Sérvia na repescagem, para conseguir voltar a disputar a Eurocopa de 2021.

Além dos fenômenos de Real Madrid e Borussia Dortmund, respectivamente, a Noruega conta com outras jovens promessas para voltar à figurar no cenário mundial. Como por exemplo: o volante Sander Berge, 21, contratado junto ao Sheffield United por mais de 20 milhões de euros. O zagueiro Kristoffer Ajer, titular incontestável no Celtic da Escócia. E o meia-atacante Hakon Evjen, uma das novas apostas do AZ Alkmaar, vice-líder do campeonato Holandês na temporada 2020.

Reprodução/Getty Images 

Imagem destacada: Reprodução/trivela.com.br

Lucas Bertuzzi
Tenho 25 anos e estou no 7º semestre do curso de Jornalismo na faculdade São Judas Tadeu. Minha facilidade ao falar em público e principalmente minha paixão pelo esporte, em especial o futebol. Me fizeram ingressar na comunicação social, com um só intuito: ser repórter esportivo.

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