A princípio, o ano de 2020 foi muito difícil para todos. Desse modo, o futebol ainda sofre as consequências e os impactos que a pandemia causou. Sendo assim, passando por dificuldades financeiras, o Bahia foi obrigado a remanejar o pagamento do 13º salário dos funcionários.

O clube afirmou que o parcelamento foi necessário para que se evitasse demissões no quadro de funcionários. Além disso, o Tricolor precisou diminuir seus gastos, que passou de R$ 52 milhões no primeiro de semestre de 2019 para R$45 milhões na mesma época de 2020.

De acordo os dados do clube, as dificuldades financeiras fez com que o Bahia aumentou de forma considerável sua dívida, que passou de R$ 197 milhões para R$236 milhões. Simultaneamente, as dívidas a curto prazo também cresceram. Logo, em 2019, correspondiam a 25% do total, entretanto em junho subiram para 35%. Por outro lado, entre junho de 2020 e junho de 2021, o Esquadrão tinha 84 milhões a pagar.

Nota do Bahia:

O projeto de reestruturação do clube pós-Covid-19, que proporcionou severos impactos financeiros ao Bahia, já prévia o parcelamento do 13º salário em 5 vezes e primeiro pagamento em janeiro.

Essa foi a forma encontrada pelo clube para evitar redução do quadro pessoal. Ter o 13º em dia resultaria na demissão de pelo menos 80 pessoas e o Bahia preferiu escolher um caminho alternativo.

A prioridade do clube desde março, quando se iniciou a pandemia, sempre foi manter salários em dia e não demitir ninguém”.

Foto Destaque: Felipe Oliveira/Divulgação

 

Gilvan Rodrigues
Gilvan Rodrigues
Gilvan Junior, 20 anos, natural de Feira de Santana, estudante de jornalismo pela FAT. Desde pequeno, meu principal assunto era o esporte. Sempre acompanhado programas, sites, etc. Decidir, partir pra área que me dará a oportunidade de viver daquilo que mais amo. O futebol.

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