Clássico RexPa #765: Saiba tudo sobre a final do Parazão

Na noite desta quarta-feira (6), acontece o clássico RexPa entre Paysandu e Remo, pelo jogo de volta da final do Campeonato Paraense 2022, no estádio Leônidas Sodré de Castro, o Curuzu. Assim sendo, a bola está marcada para começar rolar às 20h (horário de Brasília).

Ao passo que o Rei da Amazônia visita o Bicolor com a vantagem de poder perder por dois gols de diferença. Dessa forma, os visitantes conquistaram o triunfo por 3 x 0, na partida de ida, no Baenão. Sob o mesmo ponto de vista, essa situação também pode servir de ânimo aos donos da casa. No entanto, é preciso salientar que o psicológico de ambos os lados deverão estar prontos para pressão vinda dos torcedores em caso da perda do título.

Em suma, todo jogo carrega uma história e com o RexPa não é diferente. Considerado um dos maiores clássicos do Brasil, espera-se em campo muita rivalidade e um jogo quente, trucado. Por outro lado, entre Lobo e Leão, existe um tabu de nove jogos de invencibilidade por parte dos visitantes. Além disso, a possibilidade dos mandantes se tornarem Tricampeões após 20 anos, dá um têmpera a mais ao duelo.

Por fim, tanto o técnico do Paysandu, Márcio Fernandes, quanto o do Remo, Paulo Bonamigo, todavia prometem vir a campo com o que as equipes tem de melhor.

FICHA TÉCNICA

CAMPEONATO PARAENSE – PARAZÃO (Jogo de volta)

PAYSANDU x REMO

Data: Quarta-feira, 06 de abril de 2022.

Horário: Às 20h (Horário de Brasília)

Local: Estádio Leônidas Sodré de Castro, o Curuzu.

ARBITRAGEM

Árbitro: Raphael Claus (FIFA-SP)

Assistente 1: Kleber Lúcio Gil (FIFA-SC)

Assistente 2: Neusa Inês Back (FIFA-SP)

Quarto Árbitro: Alexandre Expedito Vieira da Silva Junior (FPF-PA)

PROVÁVEIS ESCALAÇÕES

PAYSANDU

Elias Curzel (Thiago Coelho); Igor Carvalho, Genílson, Héverton (Marcão) e João Paulo; Mikael, Ricardinho (Robinho) e José Aldo; Serginho, Marlon e Marcelo Toscano.

Técnico: Márcio Fernandes

REMO

Vinícius; Ricardo Luz, Daniel Felipe, Marlon e Leonan; Marciel, Paulinho Curuá e Marco Antônio; Bruno Alves, Ronald e Brenner.

Técnico: Paulo Bonamigo

Foto: Montagem

 

Tity Marx
Na verdade, não fui eu que escolhi o jornalismo e sim ele que me escolheu. Sem dúvidas, a profissão é como um oceano que precisa ser desvendado na sua profundeza, só assim é possível conhecer e respeitar toda sua beleza.