City quebra mais recordes, Liverpool vence e Swansea é rebaixado na despedida da PL

- Rodada com 31 gols confirma classificados à Champions, Liga Europa e despromovidos à EFL Championship

Chega ao fim mais uma edição da Premier League. Na última rodada, dez partidas movimentaram o domingo e definiram as últimas disputas em jogo. O Liverpool, por exemplo, venceu o Brighton e garantiu a vaga na próxima Champions League. O Swansea não foi páreo para o Stoke e disputará a segunda divisão na temporada 2018/19. E o City, com gol brasileiro no último minuto de jogo, venceu por 1 a 0 e quebrou mais dois recordes na competição. Saiba tudo que aconteceu na despedida do campeonato inglês.

 

Premier League – 38ª rodada

Domingo – 13/05

Burnley 1 x 2 Bournemouth

Com a vida resolvida no campeonato, Burnley e Bournemouth fizeram um duelo de equipes que viveram expectativas opostas na maior parte da competição. Os donos da casa esperavam belisca uma vaga para a Liga Europa, enquanto os visitantes estavam aliviados por safarem-se do rebaixamento nas últimas rodadas. No Turf Moor, com um modesto público de 20.720 torcedores, melhor para os Cherries, que venceram por 2 a 1.

O Bournemouth até começou melhor, mas quem abriu o placar foram os mandantes. Westwood aproveitou o cruzamento que veio da esquerda e bateu de primeiro. O chute saiu mascado e ia para fora, mas a bola bateu em Chris Wood e morreu dentro da rede. A reação do Bournemouth veio só no segundo tempo. O time recuperou a bola no campo de ataque e Charlie Daniels achou Joshua King, que limpou o lance a bateu bonito para vencer Nick Pope. Já nos acréscimos, Kevin Long escorregou e perdeu a posse para Defoe. Com o campo livre, o inglês disparou em direção à área e, sem egoísmo, rolou para Callum Wilson livre. O camisa 13 teve calma e tirou do goleiro para virar a partida.

Com mais três pontos, os Cherries alcançaram os 44 na tabela e terminam a Premier League em 13. O Burnley fica em sétimo, com a sensação de que poderia mais, mas ficou somente nos 54 pontos.

Callum Wilson comemora seu oitavo gol na atual edição da Premier League. (Reprodução/Premier League)

 

Crystal Palace 2 x 0 West Bromwich

O West Bromwich entrou no Selhurst Park já rebaixado. O bom desempenho nas últimas rodadas não compensou os vários pontos perdidos durante a competição. O Crystal Palace, que livrou-se do Z3 também nas últimas rodadas, entrou mais leve em campo e, diante de sua torcida, conquistou a vitória por 2 a 0.

Os gols saíram já na parte final do jogo. O primeiro veio aos 25 minutos do segundo tempo, com Zaha. O marfinense aproveitou o cruzamento de van Aanholt e finalizou de primeira contra o gol dos Baggies para abrir o placar. Nove minutos depois, a bela troca de passes dos Eagles terminou nos pés de van Aanholt. O holandês driblou o goleiro e chutou para ampliar a vantagem e definir o resultado.

O Crystal Palace termina o campeonato em 11º, com 44 pontos conquistados. O West Brom dá adeus à Premier League na lanterna, com 31 pontos, e disputará a EFL Championship na próxima temporada.

Van Aanholt marcou pela terceira partida consecutiva. (Reprodução/Premier League)

 

Huddersfield 0 x 1 Arsenal

Ambas as equipes entraram em campo já sem nenhuma maior preocupação no campeonato. O Arsenal havia garantido a sexta posição há algumas rodadas, enquanto os donos da casa já tinham despachado o risco de rebaixamento e poderia, no máximo, ganhar algumas posições. No final, o forte elenco dos Gunners bateu o Huddersfield por 1 a 0, com gol de Aubameyang.

A partida marcou o último compromisso de Arsène Wenger à frente da equipe londrina. O técnico estava no clube há 22 anos e já anunciou que não renovará o contrato para a próxima temporada. Entretanto, os mandantes pareciam mais dispostos a abrir o placar. Foram duas boas chegadas – em uma delas, Tom Ince errou o gol frente a frente com Ospina. Assim, coube ao Arsenal balançar as redes. Lacazette e Mkhitaryan tabelaram e o francês abriu na esquerda com Ramsey. O camisa 8 e capitão da equipe bateu cruzado e encontrou Aubameyang na segunda trave, que se jogou para completar às redes.

Já na segunda etapa, Tom Ince deu mais uma vez trabalho à defesa dos Gunners. O inglês invadiu a área pela esquerda e bateu cruzando, exigindo uma boa defesa de Ospina. Minutos mais tarde, Lacazette teve a chance de ampliar após boa arrancada, mas parou na boa saída de Lössl, e terminou assim. O Arsenal chegou aos 63 pontos e encerra sua participação na sexta posição, enquanto o Huddersfield, com a derrota, permaneceu na 16ª colocação com 37 pontos.

“Obrigado, Arsène. Sentiremos sua falta também”, estampava faixa exibida por avião acima do estádio. (Reprodução/Premier League)

 

Liverpool 4 x 0 Brighton

Se para o Brighton a partida não tinha lá tanto sentido além do cumprimento da tabela, para o Liverpool, a situação era bem diferente. As três últimas partidas sem vitórias na Premier League colocou em risco a garantia de participação na Champions League da próxima temporada. Por fim, o triunfo necessário veio com os 4 a 0 sobre os Seagulls e, além da vaga assegurada, teve quebra de recorde histórico de Mohamed Salah.

Foi o egípcio que abriu o marcador. Aos 26 minutos, Dominic Solanke recebeu na entrada da área e tentou a conexão com o atacante. A bola ainda desviou na defesa, mas Salah foi mais rápido e girou batendo para o gol, para balançar as redes pela 32ª vez na atual temporada da Premier League. Esse número coloca o camisa 11 na história da competição. Nunca antes alguém tinha feito tantos gols em uma só temporada. Salah deixa para trás, de uma só vez, Alan Shearer, Luis Suárez e Cristiano Ronaldo, que havia conseguido marcar 31 gols em uma só edição.

Aberto o placar, o Liverpool seguiu no ataque. Antes do intervalo, sobrou tempo para Lovren deixar o dele. O cruzamento da esquerda saiu dos pés de Andrew Robertson, que encontrou o croata dentro da área para subir e cabecear firme no fundo das redes. Na segunda etapa, mais Reds.  Implacável, Salah arrancou pela direita, trouxe a bola pro meio e acionou Solanke dentro da área. O inglês chutou com força no ângulo esquerdo de Mat Ryan e fez o terceiro dos donos da casa.

A cinco minutos do fim do tempo regulamentar, Andrew Robertson deixou o dele. Danny Ings, que havia acabado de entrar, cruzou da esquerda e a defesa tentou afastar, mas deixou a bola pingando para o escocês, que encheu o pé no meio do gol e deu números finais ao jogo. Com a vitória, os Reds asseguraram a classificação para a Champions League, com 75 pontos na quarta posição, e terminaram sem derrotas dentro de casa na Premier League. Além disso, a equipe se prepara agora para a final contra o Real Madrid, válida pela atual temporada do campeonato europeu, que será no dia 26 de maio, em Kiev, na Ucrânia. O Brighton perdeu uma posição e se despede em 15º, com 40 pontos.

Estrela egípcia recebe chuteira de ouro por seus 32 gols na Premier Leagu. (Reprodução/Premier League)

 

Manchester United 1 x 0 Watford

O United entrou em campo com o segundo lugar da competição já garantido desde a 36ª rodada. Para cumprir tabela, os Red Devils receberam o Watford, que também já estava com a vida resolvida no campeonato inglês. A partida terminou a vitória dos donos da casa pela vantagem mínima, gol de Marcus Rashford.

O duelo vinha em banho-maria, com nenhum dos times levando perigo ao gol adversário. A melhor oportunidade tinha vindo de um chute da entrada da área após rebote da defesa, mas a finalização de Rojo passou à esquerda da meta. Enfim, aos 34 minutos, Rashford fez o gol da partida. Carrick lançou da defesa e deixou Mata na cara do gol. O espanhol rolou para o lado, onde estava Rashford, que só teve o trabalho de empurrar para as redes.

Antes mesmo do intervalo, os Hornets quase igualaram o placar. Primeiro, com Richarlison, que cabeceou de dentro da pequena área, mas Sergio Romero fez excelente defesa. Depois, com Deulofeu, que aproveitou rebote da defesa do United e finalizou com força. Bem posicionado, Romero encaixou a bola. Já na segunda etapa, as duas equipes criaram menos e, quando criaram, o auxiliar assinalou impedimento. O 1 a 0 manteve-se e o árbitro encerrou o confronto no Old Trafford.

Os Red Devils chegaram aos 80 pontos e, com uma bela campanha, asseguraram o vice-campeonato. De Gea recebeu o prêmio de melhor goleiro após ficar 18 partidas sem tomar gol. O Watford perdeu uma posição e terminou na segunda metade da tabela, no 14º lugar, com 41 pontos.

Red Devils garantiram o segundo lugar na competição. (Reprodução/Premier League)

 

Newcastle 3 x 0 Chelsea

O Chelsea foi até o St. James’ Park com um objetivo e um sonho: a vitória e a classificação para a Champions League. O excelente desempenho nas últimas rodadas, com quatro triunfos e um empate, fez com que o torcedor dos Blues sonhassem. Entretanto, o que se viu na tarde inglesa desse domingo foi um baile do Newcastle e um 3 a 0 merecido no placar.

O primeiro gol da partida foi marcado por Dwight Gayle. Jacob Murphy surgiu por trás da defesa e aproveitou o cruzamento que veio da direita. A cabeçada não pegou de jeito, mas quase encobriu Courtois, que deu um tapa para evitar que a bola entrasse. Porém, ela foi para Gayle que, livre de marcação, escorou de cabeça pro fundo das redes.

Já no segundo tempo, mais Magpies. A defesa do Chelsea afastou mal e Shelvey ficou com a bola na intermediária. O inglês arriscou pro gol, mas a bola desviou em Ayoze Pérez no caminho e matou Courtois que, aparentemente com a visão coberta, nem foi na bola. Quatro minutos mais tarde, os mandantes chegaram ao terceiro gol. Jonjo Shelvey bateu falta da direita e cruzou na segunda trave. Floriam Lejeune fechou por lá e mandou para a entrada da pequena área, onde mais uma vez Pérez estava bem posicionado para empurrar a bola à meta adversária.

Fim de jogo e fim da linha para os Blues. A equipe comandada por Antonio Conte permaneceu com os mesmos 70 pontos e amargou o quinto lugar, sem a vaga para a Champions League. Mesmo com a vitória, o Newcastle não subiu nenhuma posição e ficou no meio da tabela, na 10ª posição, com 44 pontos.

Mesmo se vencesse, Chelsea não ultrapassaria Liverpool na tabela. (Reprodução/Premier League)

 

Southampton 0 x 1 Manchester City

O campeão inglês visitou o Southampton no St. Mary’s Stadium já com quase todos os recordes batidos: campeão mais cedo, número de pontos, vitórias fora de casa, gols, saldo de gols, vitórias no campeonato e o maios número de vitórias consecutivas. Mas faltavam dois: maior diferença sobre o segundo colocado e maior número de pontos como visitantes. A simples vitória sobre os Saints garantiriam ambos, e ela veio no final da partida, aos 49 minutos do segundo tempo, com um belo gol de Gabriel Jesus.

Com uma mínima possibilidade de rebaixamento, o Southampton partiu pra cima no começo do duelo. Foram duas boas chegadas, com Jack Stephens e Wesley Hoedt, antes dos dez minutos. Porém, depois disso, o time de Pep Guardiola passou a impor seu jogo – mais uma vez, os Citizens ficaram com a bola na maior parte do tempo, com 69,7% de posse. No entanto, faltava pontaria.

Depois do intervalo, enfim o City levou perigo de verdade. Sterling invadiu a área, limpou a marcação e bateu pro gol. A bola foi desviada por um defensor dos Saints e acertou a trave. Mas os donos da casa responderam com Dusan Tadic. O sérvio chamou Claudio Bravo para dançar, deixou o chileno no chão e chutou com força, mas Fernandinho evitou o pior em cima da linha.

Guardiola colocou Gabriel Jesus aos 14 minutos, e foi o brasileiro que resolveu o confronto. No último lance, De Bruyne fez um longo lançamento a partir do campo de defesa e acionou o camisa 33, que invadiu a área e aproveitou o quique da bola para encobrir Alex McCarthy e ajudar o Manchester City a fazer história. Houve muita comemoração por parte dos Citizens após o gol, que bateu os dois recordes faltantes.

O Southampton permanece na primeira divisão mesmo com a derrota, com 36 pontos – três acima do Z3 –, na 17ª colocação. O City chega aos 100 pontos em 38 jogos, termina o campeonato 19 pontos à frente do rival e segundo colocado Manchester United, com 32 vitórias, quatro empates e duas derrotas em 38 rodadas. O equipe fez 106 gols e sofreu apenas 27, com um incrível saldo positivo de 79 gols.

13º gol de Gabriel Jesus na atual edição da Premier League. (Reprodução/Premier League)

 

Swansea 1 x 2 Stoke

O Stoke já estava rebaixado antes da partida começar. O Swansea não. Mesmo assim, os Potters foram até o País de Gales e, com a vitória de virada, sacramentaram o rebaixamento dos Swans.

O time galês até que começou bem. Andy King recebeu de André Ayew e chutou de direta para abri o placar e dar esperanças aos torcedores. Porém, a alegria durou cerca de 15 minutos. Shaqiri foi espero e encontrou Badou Ndiaye dentro da área. O senegalês bateu de perna direita e empatou o duelo. Mais dez minutos jogados e veio a virada dos Potters. Sorenson levou pela direita e cruzou no centro da área, onde estava Peter Crouch. O grandalhão de 2,01 m cabeceou a bola no canto esquerdo de Fabianski e colocou o Stoke na frente. O gol do atacante foi de número 1.000 da atual temporada da Premier League.

O placar só não ficou pior porque Shaqiri, no segundo tempo, perdeu um pênalti defendido por Fabianski. De qualquer forma, o Swansea não conseguiu mais balançar as redes também e, com a derrota, ficou em 18º lugar, com 33 pontos, e está rebaixado. Foi a última partida de Carlos Carvalhal no comando dos galeses – a diretoria e o técnico já haviam entrado em consenso sobre a não renovação do contrato na quinta-feira. O Stoke, que também disputará a segunda divisão, ainda subiu um lugar e terminou na vice-lanterna, também com 33 pontos.

1.000º gol do campeonato inglês foi de Peter Crouch, de cabeça. (Reprodução/Premier League)

 

Tottenham 5 x 4 Leicester

Um gol a cada dez minutos. Esse é o saldo final do duelo entre Tottenham e Leicester, disputado no estádio de Wembley para 77.841 espectadores. Os Spurs já tinham garantido a vaga para a Champions League na última rodada e os Foxes poderiam no máximo subir uma posição na tabela, para o nono lugar. A falta de ter pelo que lutar não tornou o jogo menos emocionante, e o confronto terminou com um 5 a 4 para os mandantes.

O Leicester saiu na frente com a dupla Mahrez e Vardy. O argelino cobrou falta da esquerda e o inglês desviou de cabeça na primeira trave logo aos quatro minutos de jogo para colocar os visitantes em vantagem. O Tottenham respondeu rápido com Harry Kane, que recebeu de Lucas Moura e disparou pela esquerda, invadiu a área e finalizou com força no canto direito de Jakupovic. Adrien Silva ajeitou para Vardy, que foi travado pela marcação. A bola sobrou para Mahrez que encheu o pé e não deu chances a Hugo Lloris.

Os outros seis gols saíram todos na segunda etapa. Primeiro, com Iheanacho, que carregou a bola pelo meio e arriscou da intermediária. O chute foi certeiro e acertou o ângulo direito da meta dos Spurs. A reação dos donos da casa veio após dois minutos, em bela troca de passes. A bola passou por Harry Kane, que tocou para Lucas Moura, que achou Walker-Peters. O camisa 37 cruzou rasteira e achou Lamela livre na pequena área para diminuir o placar. O empate veio na sequência. Danny Rose achou Lucas Moura na área. O brasileiro deu de calcanhar para Lamela que finalizou. A bola iria para fora, mas desviou em Christian Fuchs e morreu dentro da rede.

Empolgado, os Spurs chegaram mais uma vez e viraram o duelo pela primeira vez. Lucas Moura acionou Walker-Peters na direita. De novo ele cruzou rasteira e achou Lamela sem marcação. O argentino não desperdiçou e fez seu segundo no jogo. Os Foxes alcançariam a igualdade com Vardy novamente. Mahrez lançou o inglês pelo lado esquerdo da grande área e o camisa 9 fuzilou Lloris. Mas ainda tinha tempo para mais bola na rede, e foi Harry Kane quem fez mais um. O artilheiro do Tottenham na Premier League deixou Choudhury na saudade e bateu com estilo para dar números finais à partida. Ufa!

O time de Mauricio Pochettino assegurou o terceiro lugar do campeonato inglês e termina com 77 pontos. Já o Leicester estacionou e ficou no nono lugar, com 47 pontos e longe de uma competição europeia na próxima temporada.

Erik Lamela fez dois. Ao fundo, Lucas Moura fez boa partida. (Reprodução/Premier League)

 

West Ham 3 x 1 Everton

Sem ter pelo que lutar na última rodada, West Ham e Everton entraram em campo para cumprir tabela e dar adeus à temporada 2017/18. Um bom público com mais de 56 mil torcedores marcou presença e empurrou os donos da casa que saíram com a vitória por 3 a 1.

A contagem começou com o gol de Lanzini aos 39 da primeira etapa. Kouyaté tentou o passe para Arnautovic, mas a bola foi forte. No entanto, sobrou para o argentino, que bateu cruzado no canto inferior direito e balançou as redes. No segundo tempo, Marko Arnautovic se livrou da marcação de Michael Keane e arriscou de fora da área. O chute saiu potente e Jordan Pickford não alcançou a bola, que estufou a meta do Everton.

O Everton esboçou uma reação aos 29 minutos jogados depois do intervalo. A bola ficou viajando pelo alto da área dos Hammers e Oumar Niasse foi rápido para puxá-la e bater de dentro da pequena área. Com o 2 a 1 no marcador, parecia que os Toffees poderiam igualar o placar, mas aconteceu o oposto. Lanzini recebeu no bico esquerdo da grande área, abriu e chutou colocado no ângulo direito de Pickford.

O triunfo trouxe ao West Ham mais uma subida na classificação. A equipe termina a Premier League em 13º, com 42 pontos. O Everton não perdeu nenhuma posição e dá adeus ao campeonato em oitavo, somando 49.

Lanzini também foi um dos artilheiros da tarde, com dois gols. (Reprodução/Premier League)
Guilherme Guidetti

Sobre Guilherme Guidetti

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Guilherme Guidetti, paulista, nascido em São Caetano do Sul no dia 17 de fevereiro de 1994, mas residente de Santo André desde os primeiros dias de vida. A paixão por futebol vem da família, enquanto o gosto por escrever foi herdado do pai, caminhoneiro. Habilidoso com a canhota – exclusivamente segura a caneta na mão –, realiza diariamente o sonho de ficar perto do esporte através do jornalismo. De apresentador de programa de rádio a assessor de imprensa, sua ainda curta carreira na profissão já foi o suficiente para saber que faz aquilo que mais ama – e o faz com a mesma paixão com que joga bola com os amigos.

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