Casos de racismo vão continuar existindo

Em suma, as classificações dos clubes brasileiros nas competições sul-americanas, ficaram ofuscadas perante aos casos de racismo. Em 2022, ao menos nove ataques se dirigiu a torcedores brasileiros.

Um dos casos mais recentes, foi de um torcedor do Boca Juniors imitando um macaco no jogo entre Corinthians e Boca, na Neo Química Arena, válido pela 3º rodada da Copa Libertadores.

Em síntese, logo após pagar a fiança, Leonardo Ponzo foi até as redes sociais e ironizou postando um emoji de macaco. Por fim, Ponzo foi acompanhado por oficiais do consulado argentino até o aeroporto para embarcar de volta a seu país de origem.

Sendo assim, relembre outros casos:

Racismo em River Plate x Fortaleza

O Fortaleza foi à Argentina para enfrentar o temido River Plate. Além da derrota por 2 a 0, os torcedores do Leão do Pici foram vítimas de racismo. As imagens que circularam pela internet, mostram um torcedor do River flagrado atirando bananas contra os brasileiros. A Conmebol multou o River em R$ 150 mil pelo caso.

Emelec X Palmeiras

Logo depois do episódio na Neo Química, torcedores do Palmeiras que acompanharam a vitória do Verdão por 3 a 1 sobre o Emelec no Equador, também foram vítimas de racismo nas arquibancadas.

Decerto, independente das câmeras instaladas em todo estádio, os atos continuarão frequentes. As punições são fracas, e atingem apenas o bolso dos clubes. Por fim, em pleno ano de 2022, a competição já está manchada pelos crimes de racismo.

Vítor Rizzatti
Vítor, 32 anos, natural de Criciúma-SC, apaixonado por esportes, especialmente por futebol. Já escrevi para alguns portais de Criciúma e região, e atualmente estou no portal 4oito de Criciúma. Tenho um blog que leva meu nome, Vítor Rizzatti e escrevo de um a dois posts por semana, abordando temas atuais no âmbito esportivo. Faço jornalismo digital na Uniasselvi e estou na 1 fase.