Bastidores da crise

 

O  atual momento do Fluminense dentro e fora de campo não é dos melhores. No final da tarde de ontem (25), Peter Siemsen, Presidente do tricolor, concedeu entrevista coletiva para formalizar as mudanças no clube. Ao ser abordado sobre a demissão de Mário Bitencourt, vice de futebol, o mandatário deixou claro que a decisão envolve questões políticas.

No pronunciamento, o próprio Presidente afirmou que a demissão de Mario já vinha sendo amadurecida. O motivo do desligamento está relacionado a interesses políticos, já que Mário pretende concorrer à presidência do clube na próxima eleição, “política gera conflitos e debates em ano eleitoral. Com rede social, cada um faz a sua campanha. Estava cada vez mais claro que existia uma potencial candidatura e movimentos políticos, mas que não estão de acordo com o trabalho específico do futebol”.

Diante da queda de braço com Bitencourt, houve um momento em que o Presidente chegou a esvaziar as funções do vice de futebol, desde então criou-se o choque entre os dirigentes. A relação entre eles vem azedando desde o ano passado. A situação financeira do clube também contribuiu. Atualmente o tricolor possui um rombo no valor de R$ 8 milhões no orçamento atual. Vale lembrar que o diretor executivo Fernando Simone foi afastado por trinta dias e Mário continua sendo advogado do Fluminense.

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Wagner Trece
•Carioca, 27 anos. Futuro jornalista que estuda na Universidade Veiga de Almeida. •Colunista na equipe Futebol na Veia desde 2016. •Apaixonado por futebol, principalmente quando assistido na mesa de bar, regado a muita zoação e rivalidade.

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