A Copa do Mundo Feminina 2019 fez história pela primeira transmissão na TV no Brasil, recorde em audiência em vários países e muitas outras barreiras que acabaram sendo quebradas. Mas o legado ainda continua! O número de vendas das camisas das seleções femininas aumentaram e bateram recordes.

Em comparação ao último mundial

O aumento das vendas em comparação ao último mundial, em 2015, foi de 200%. E a maior responsável disso foi a seleção dos Estados UnidosMas Inglaterra, França e Nigéria contribuíram para esse percentual. Além da camisa principal das equipes, o aumento de vestuários feminino, como camisa de treinos, teve crescimento de 150% em comparação à copa de 2015.

A camisa dos Estados Unidos

Segundo a Nike, patrocinadora de 14 seleções das 24 que disputaram a Copa do Mundo deste ano, a camisa feminina do Estados Unidos vendeu mais do que qualquer outra masculina. Sendo assim, o presidente-executivo da marca, Mark Parker, em uma teleconferência da empresa, comentou a respeito:

“A camisa da seleção feminina dos EUA é hoje a camisa de futebol número 1, masculina ou feminina, já vendida no Nike.com em uma temporada”, disse.

Entre as mais vendidas estão a da Megan Rapinoe, Mallory Pugh e Alex Morgan. Um detalhe importante é de que a seleção americana tem a disposição para venda modelos masculinos da seleção feminina. E, em outros países, isso não acontece.

A camisa da seleção brasileira

Já no Brasil, as camisas mais vendidas foram da Marta e Andressa. Apesar de não contar com modelo masculino, o da seleção feminina contribuiu para os 200% de aumento na Nike. Um grande fator que merece destaque e que aconteceu pela primeira vez na história foi um modelo exlusivo para a Seleção Feminina Brasileira, lançado esse ano. Antes as jogadoras usavam uma reprodução do masculino e não tinham identidade própria.

Divulgação/Nike

A Copa do Mundo passou, mas o futebol feminino continua crescendo e fazendo a diferença. Em campo e fora, com propostas de aumento de seleções no mundial e aumento no valor da premiação. Além disso, agora estão fazendo a diferença com a torcida que foi mais presente nos estádios, na TV, nas redes sociais e na hora de comprar as camisas e torcer.

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Fabiana Meireles
Fabiana Meireles, mineira, de 19 anos. Em uma quarta, à noite, viu a primeira partida de futebol e se apaixonou pelo já seu time de coração. E amou o futebol, que a fez amar o jornalismo esportivo. A vontade de querer estar ali, na beira do campo, a levou a está cursando jornalismo, e o jornalismo a fez amar a ideia de informar.

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