Ato de solidariedade

Ex-meia atacante da seleção dos EUA quer apoiar o estudo sobre as consequências dos traumatismos cranianos sofridos nos choques dos jogos de futebol.

Brandi Chastain, anunciou na última quinta-feira (3), que doará seu cérebro para o programa Concussion Legacy Foundation, da Universidade de Boston.

A ideia do programa é estudar os efeitos dos traumatismos cranianos sobre as mulheres que jogam futebol.

Campeã dos jogos Olímpicos em 1996, 2000 e 2004, a antiga atleta quer proteger todas as crianças que se iniciem no futebol.

Durante sua carreira sofreu duas concussões e nunca teve um diagnóstico sobre os casos.

“Joguei futebol desde pequena e nem consigo imaginar o número de vezes em que bati com a cabeça. É assustador imaginar a quantidade de pequenas concussões que não foram diagnosticadas durante a minha vida”, disse ao USA Today.

Embora as concussões sejam habituais no boxe e no futebol americano, Brandi quer ajudar a causa para alertar as mulheres que se interessam pelo esporte.

“Espero que o que for aprendido por doutores, cientistas e neurocirurgiões olhando para o cérebro de uma pessoa como eu, que joguei futebol a maior parte da vida, possa ser usado para ajudar a dizer se antes dos 14 anos não é uma boa ideia cabecear a bola”, disse a imprensa.

Ela contou que nunca deixou de disputar bolas e nem de cabecear uma bola se quer.

BetWarrior


Poliesportiva


Carolina Keyko
Carolina Keyko
Sou Carolina Keyko Rodrigues, 21 anos, estudante de jornalismo, apaixonada por esportes, música, teatro, gastronomia e fotografia. Já trabalhei como estagiária para a Arquidiocese de São Paulo como gestora de mídias sociais, Estagiária para os Doutores da Web com SEO. Gosto de áreas que me desafiem a escrever, como o futebol, que esta em constantes mudanças, costumo assistir os jogos do Santos com a fanática da minha irmã e acompanho meu pai nos jogos da Portuguesa, pois é, faz parte.

    Artigos Relacionados

    Topo