Após empate, Gabriel Menino dá classificação como certa

- meio-campista palmeirense elogia Guaraní-PAR e confirma felicidade do elenco
Após empate no Paraguai, Gabriel Menino dá classificação como certa (Foto Destaque: Divulgação/Palmeiras)

Na noite da última quarta-feira (23), o Palmeiras entrou em campo pela Libertadores contra o Guaraní-PAR, no Estádio Defensores del Chaco, partida válida pela 4ª rodada da fase de grupos. Assim, em um jogo sem emoções e sem criatividade de ambas equipes, o zero não saiu do placar. Diante disso, em entrevista pós jogo, Gabriel Menino deu como certa a classificação do Verdão às oitavas de final da competição e elogiou a equipe paraguaia.

Foi a partida mais difícil, é um time muito forte, de muita velocidade. Trabalhamos muito durante a semana para sairmos classificados“, disse o jogador na saída do gramado. “A gente veio com a proposta de ganhar, mas conseguiu um empate. A gente sai feliz, sai classificado. Pudemos segurar o Guaraní, que é um time muito bom, muito forte“, completou Gabriel Menino.

Assim, o Palmeiras segue na primeira colocação do grupo B da Copa Libertadores, com 10 pontos. Mas, para garantir classificação ao mata-mata, o Alviverde precisa somar mais um ponto diante de Bolivar e Tigre, ambos os jogos no Allianz Parque,  nos dias 30 de setembro e 21 de outubro, respectivamente. A equipe paulista tem a 2ª melhor defesa da competição, com apenas dois gols sofridos em quatro partidas, atrás apenas de Nacional-URU, Santos e Boca Juniors, que sofreram apenas um.

Com isso, os comandados de Vanderlei Luxemburgo entram em campo no próximo domingo (27) contra o Flamengo no Allianz Parque. Assim, a partida é válida pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 16h (horário de Brasília).

Foto Destaque: Divulgação/Palmeiras

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Bruno Reis
Bruno Reis
Prazer! Sou Bruno Reis, de Santo André, ABC paulista. Desde 2001 vivo, choro e sorrio por futebol. Costumo dizer que este esporte nunca será qualquer um, ele muda e transforma vidas, como fez com a minha. Próximo do término do ensino médio, me senti perdido, me perguntava qual seria meu rumo a partir dali. Apesar de não ter dado certo dentro de campo, percebi que tinha chegado a hora de viver do futebol fora dos gramados, como jornalista. Hoje não me vejo longe dessa profissão, virou minha paixão. O que mais amo fazer é escrever e viver dele com todas as minhas forças.

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