Anderson Lopes celebra números e projeta duelo de líderes contra o Kashima

Camisa 11 do Yokohama Marinos, Anderson Lopes segue em alta no futebol asiático. Em seu terceiro clube japonês, o homem de frente segue sendo um dos destaques da equipe que lidera a J-League. Assim sendo, até aqui, são 45 pontos somados em 22 compromissos. Dessa maneira, 13 vitórias, seis empates e apenas três derrotas. Ao passo que o brasileiro participou de 16 partidas na J-League. Bem como marcando sete vezes e dando três assistências. No entanto, Anderson Lopes vibra com os números até aqui e fala sobre o feito em breve entrevista.

Eu sempre acompanhei meus números, desde a base, sempre gostei de saber quantos minutos, quais as estatísticas. Fico feliz por estar conseguindo ajudar lá na frente, participando ofensivamente, marcando os gols. Mas o mais importante até aqui é a boa fase coletiva, nossa entrega. E isso é reflexo até aqui na tabela”, afirmou o atacante, com mais de 100 gols na carreira.

Anderson Lopes fala sobre confronto contra o vice-líder

Dessa maneira, Anderson Lopes e seus companheiros se preparam para um duelo daqueles. Visto que, no próximo sábado (30) o Yokohama Marinos recebe o Kashima Antlers. Aliás, justamente o vice-líder da J-League, cinco pontos atrás.

“É com certeza duelo bom de se jogar, de dois clubes grandes, tradicionais e de muita história. Com certeza absoluta tem muito respeito envolvido dos dois lados. É um jogo de detalhes, sabemos disso, não se pode vacilar em jogo assim. Estamos trabalhando para ter mais uma boa atuação e seguirmos na ponta da J-League”, finalizou o brasileiro Anderson Lopes, que coleciona, só no futebol asiático, 79 gols marcados.

Assim sendo, na sequência, o Yokohama Malinos FC vira a chave e foca suas atenções em outra competição. Visto que voltará a campo contra Sanfrecce Hiroshima, no próximo domingo (1), às 7h (horário de Brasília), no Estádio Hiroshima Big Arch. Dessa maneira, a partida é válida pelo primeiro jogo das quartas de final da Copa da Liga Japonesa.

Foto destaque: Divulgação / Yokohama Marinos

Tity Marx
Na verdade, não fui eu que escolhi o jornalismo e sim ele que me escolheu. Sem dúvidas, a profissão é como um oceano que precisa ser desvendado na sua profundeza, só assim é possível conhecer e respeitar toda sua beleza.

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