Alemanha

A Coluna Marcas da Copa comentará sobre o duelo entre Alemanha e Argentina, válido pela Copa do Mundo de 2010. As equipes eram forte, logo se esperava um confronto muito equilibrado, mas não foi bem isso que ocorreu. As Águias vinham para o jogo com time que mesclava experiência com juventude. Contavam com jogadores já muito respeitados, como Phillip Lahm, Bastian Schweinsteiger e Miroslav Klose. Entretanto, o que mais impressionava era os jovens dessa equipe, que jogavam com muito autoridade. Eram eles estava Mesut Özil, Thomas Müller, Samir Khedira e Jerome Boateng.

Os Hermanos tinham um grande time, entretanto não “dava liga“. Parecia que os jogadores não se entendiam dentro de campo. Isso é nítido com Lionel Messi, porque o craque era o Melhor do Mundo e no Mundial não vinha fazendo grandes atuações – tanto é que terminou a competição zerado. As Seleções viviam momentos diferentes, por outro lado sempre se cria uma expectativa quando dois multicampeões se enfrentam.

AS EQUIPES

ARGENTINA

O esquadrão era liderado por Diego Maradona – para muito o maior jogador argentino de todos os tempos. Seu esquema de jogo era o famoso 4-1-2-1-2, com posições fixas e pouca movimentação dos jogadores.

Os quatro defensores apoiavam muito pouco. Javier Mascherano ficava mais na defesa, enquanto Angel Di Maria e Maxi Rodríguez auxiliavam Messi na armação da equipe. Carlos Tévez e Gonzalo Hinguaín formavam a dupla de ataque. Até o confronto contra a Alemanha, a Argentina estava bem: havia vencido todas as suas quatro partidas disputadas na competição e tinha levado apenas dois gols.

ALEMANHA

Primeiramente, é necessário destacar o grande trabalho que Joachim Löw estava fazendo. O treinador assumiu a equipe logo após a Copa do Mundo de 2006, iniciando uma reformulação no elenco. Com algumas peças mais jovens, a Alemanha vinha com um time que misturava experiência com juventude.

O esquema de jogo utilizado pela equipe era o 4-5-1, em que os três meias mais avançados se movimentavam por toda parte do campo. Os volantes revezam quem subia para apoiar, e Lahm algumas vezes auxiliava pela direita no ataque. Portanto, a Seleção Alemã apresentava um futebol muito tático e vistoso.

Alemanha
Reprodução/Wikipédia

E A BOLA ROLA PARA ARGENTINA x ALEMANHA

1°TEMPO

Depois de muita expectativa, o jogo começou. Desde os primeiros minutos, a Alemanha comandou a partida. Logo aos 2′, Schweinsteiger cobrou uma falta na cabeça de Thomas Müller, que abriu o placar. O gol fez bem para os alemães que continuaram envolvendo os argentinos. Os alemães criavam muitas chances, mas não estavam aproveitando-as.

Mesmo com dificuldades, a Albiceleste tentava empatar e, no final da primeira etapa, Gonzalo Hinguaín marcou. Entretanto, o gol foi anulado. A Argentina tinha muitas dificuldades para atacar e para se defender também. Quando estava com a bola não conseguia envolver o adversário. E quando acontecia o inverso, era facilmente envolvido.

2° TEMPO

Os Hermanos retornaram para o confronto mais agressivos, buscando mais o ataque e marcando mais forte. Foram 20 minutos de de pressão, mas o esquadrão de Löw era muito frio e cirúrgico, sabendo a hora certa de “dar o bote“. Portanto, aos 66′, em meio a uma pressão argentina, Lukas Podolski serviu Miroslav Klose para ampliar a vantagem.

O segundo gol foi um “banho de água fria” para a Argentina, que buscava uma reação. Logo após o segundo gol, Schweinsteiger fez uma jogada individual extraordinária e serviu Arne Friedrich. O zagueiro fez o 3° gol da Águia. Com uma boa vantagem, os europeus colocaram os sul-americanos na “roda“. Entretanto, ainda podia piorar, e, aos 88′, Mesut Ozil deu grande passe para Klosefechar a conta“. Portanto, com a goleada por 4 x 0, a Alemanha se classificava para a semifinal da Copa do Mundo de 2010.

Foto Destaque: Divulgação/Globoesporte

Leonardo Pinheiro
Escolhi jornalismo porque para mim é prazeroso informar as pessoas, e além disso, a paixão pelo futebol me encorajou a seguir essa carreira. Meu principalmente objetivo na profissão é trabalhar com esportes, principalmente o futebol.

Artigos Relacionados