Abel Balbo, o artilheiro da Argentina à Itália, completa 54 anos

Nesta segunda-feira (1), a coluna Parabéns ao Craque homenageia Abel Balbo, um atacante argentino que “resumiu” sua carreira por grandes clubes da Argentina e na Itália. Como resultado, teve carreira vitoriosa, com gols em todos os clubes, atuações marcantes e um rótulo tradicional: “cheira gol”.

Primeiro de tudo, é mais uma pérola do futebol argentino que começou sua carreira no Newell's old Boys. Assim, em uma primeira temporada já mostrou que era um atacante diferenciado e marcou nove gols. Como resultado, sua liderança e faro de gol, levou o clube a conquistar o título do Campeonato Argentino daquele ano,  em um plantel apenas com jogadores da base.

Mesmo com interesse de grandes clubes da Europa, o jogador rumou ao River Plate. Assim, novamente em apenas uma temporada conquistou a torcida Millonaria com seus 12 gols. Como resultado, foi convocado pela primeira vez para vestir uma camisa que lhe cairia muito bem, a da Seleção Argentina.

Terminou incluso no elenco da Copa América de 1989 e mesmo sem ter sido titular no torneio, foi adquirido pela Udinese. A equipe friulana, que voltava à elite, levou também Sensini. Mais uma vez, foi marcante. Mesmo com a queda do clube de Údine para a Série B, ele foi artilheiro da equipe com 11 gols.

Astuto, levantou a Udinese ao topo e no período que esteve em Údine, foi chamado pela Argentina para a Copa de 1990 (disputada na Itália), na qual os Albicelestes foram derrotados pela Alemanha na final. Após mais de 120 partidas vestindo Bianconero, Balbo foi jogar na capital italiana.

AUGE DE ABEL BALBO

A Udinese não vinha bem e na temporada 1992-93, o time escapou de um rebaixamento para a Serie B apenas nos play-offs, muito por causa de Balbo, que foi vice-artilheiro da Serie A ao lado de Roberto Baggio e com isso, tomou a melhor decisão na carreira, foi à Roma.

Com a Roma ele conquistou a idolatria que tanto merecia. Assim, com 78 gols marcados, chegou até a ser capitão do clube da capital italiana. Como resultado de grandes atuações, ainda disputou as Copas de 1994 e 1998 com a camisa da Argentina. No final de carreira ainda passou por Parma, Fiorentina e Boca Juniors.

Abel Balbo era um fanático, um fanático pela bola na rede, por balançar o barbante, por aparecer em momentos decisivos. Assim, Balbo se tornou uma dos maiores atacantes da história da Roma, com um faro de gol pouco visto no futebol, e com a vontade de um argentino que já é tradicional.

Foto Destaque: Reprodução/Juha Tamminen

Alexsander Vieira
O princípio de que o jornalismo deva ser ensinado e que não é racional deixar que o jornalista se forme por si mesmo.
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