1998-2000: A era de ouro do Parma na Itália

- Os Gialloblus viveram momentos inesquecíveis, com a conquista de títulos internacionais e nacionais
Parma

No Tática dos Campeões desta semana, vamos falar sobre a era de ouro do Parma nos anos 90. A equipe italiana colecionou títulos nacionais e internacionais. Como resultado, são eles: Copa  UEFA 1998-1999, Coppa e Supercopa da Itália 1998-1999. Assim, se consolidou como um dos principais times italianos.

PROJETO AMBICIOSO

Até o início da década de 90, o Parma não muito tradicional na Itália. Assim, graças ao patrocínio da Parmalat, a equipe conseguiu montar grandes times. Dessa forma, conquistou vários títulos e mudou de patamar.

A abordagem do texto será especificamente do Parma de 1998-1999. Comandado por Alberto Malesani, o time italiano fez história com vários títulos. O técnico foi o substituto de Carlo Ancelotti, e até então era desconhecido no cenário italiano.

Malesani era adepto de um futebol ofensivo. Afinal, tinha como referência o Futebol Total praticado pelo Ajax e Holanda de 1974. Dessa maneira, conseguiu formar uma equipe forte na defesa, consistente no meio-campo e letal no ataque.

O Parma montou um verdadeiro esquadrão, graças ao dinheiro da empresa de leites. Assim, jogadores como Hernán Crespo, Juan Sebastián Verón, Lillian Thuram, Dino Baggio chegaram. Além disso, jovens revelados na base, Buffon e Cannavaro fizeram parte do time.

Foto: Reprodução / Imortais do Futebol

Time base: Buffon, Thuram, Sensini, Cannavaro e Vanoli; Dino Baggio, Boghossian, Verón, Fuser; Crespo e Chiesa. Técnico: Alberto Malesani

COMO O PARMA JOGAVA?

Malesani escalava a equipe em um 4-4-2. O Parma era um time bem equilibrado na defesa e eficiente no ataque.  No gol, Gianluggi Buffon dava seus primeiros passos como jogador. Estreou com apenas 18 anos e não saiu mais da meta. Talentoso e ágil, se tornou a maior revelação do clube.

A dupla de zaga formada por Sensini e Cannavaro. Ambos eram técnicos e tinham uma ótima impulsão. Assim, formaram uma zaga histórica, lembrada até hoje pelos torcedores da Itália.

Os laterais Thuram e Vanoli também tinham bons papeis no time. Ambos eram bons jogadores, e davam força  para o setor defensivo. Além disso, a dupla tinha boa chegada e ajudava no ataque.

No meio-campo, o quarteto era formado por Dino Baggio, Boghossian, Verón e Fuser. Os dois primeiros jogavam mais recuados, e eram responsáveis pela transição defesa-ataque. Já Verón e Fuser davam qualidade na armação das jogadas, com ótimos passes.

Por fim, o ataque era letal e matador. Crespo e Chiesa formavam uma dupla fora de série. Ambos tinham um incrível aproveitamento nas finalizações. Além disso, a dupla fez a maioria dos gols do Parma na época.

Foto destacada: Reprodução / Calciopedia 

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André Lobato
André Lobato
Sou André Lobato, jornalista de Contagem-MG. Sempre gostei de esportes, em especial o futebol. Foi assim que me tornei jornalista. Amo contar histórias. Atualmente, sou repórter de Futebol Internacional no Portal Esporte News Mundo e setorista do Atlético, no Portal Fala Galo. Também sou criador do @futebolcuriosidade_ no Instagram.

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