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Olá queridos ‘Boleiros’!
Estamos estreando nossa coluna em
grande estilo, ao som de um meo tango-samba, a estréia de Carlitos
Tevez no ataque Corintiano.
Mas antes de dar meus pitacos sobre
o fato, gostaria de escrever umas coisinhas: a primeira é que essa
jornalista que vos escreve não tem a intenção de ser a “dona da
verdade” e tampouco mais uma comentarista tática do jogo...
A intenção dessa coluna é ser descontraída, bem humorada, sem a
pretensão de ser analítica na sua essência, mas não deixando de
lado minhas opiniões sobre o mundo do futebol; a segunda, é que
esse espaço está aberto para todos os nossos internautas mandarem
opiniões, críticas, sugestões e se criar uma rede de debate, ok?
Então vamos ao que interessa, o novo
camisa 10 do Timão, Carlitos Tevez.
Foi o que tinha que ser. Assim posso
definir a estréia do jogador argentino no Campeonato Paulista.
Sim, o jogador teve boas e reais oportunidades de gol, demonstrou
que tem garra e está disposto a levar o timão ao título paulista.
Mas nada de grande atuação, grandes lances ou outras coisas
equivalentes para fazer a “supertorcida” (mais de 40 mil pessoas
estavam presentes no Morumbi) sair de boca aberta. Também pudera,
o dia da estréia não é fácil, há pressão por todos os lados –
torcedores, diretoria, companheiros de equipe e o pior de tudo, a
mente do próprio jogador – sem contar que o próprio Tevez não teve
tempo de se entrosar com os outros jogadores, isso ainda levará
tempo. E por isso é bom tomar cuidado. Tevez, apesar de ser um
jogador de decisão, sozinho não poderá fazer milagre, o
técnico Tite terá de armar um esquema que privilegie as
características do argentino e assim o time poderá se tornar
“galáxico” (!), como o próprio presidente do clube, Alberto Dualib
os chamou na apresentação oficial à imprensa de Tevez.
Importante ressaltar que o gol de
pênalti do Corinthians – cobrado por Coelho - teve origem numa
jogada de Tevez para Carlos Alberto e se continuar assim, não
tenho dúvidas de que Carlitos será o novo ídolo da Fiel. E que
seja mesmo, estamos precisando de novos heróis, de novos jogadores
que façam a torcida ir aos estádios, vibrar, entoar hinos, porque
é disso que a paixão pelo futebol vive: de grandes emoções, de
grandes jogadas, de grandes acontecimentos.
Salve
Boleiros, até a próxima!!!! |