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Campeonato Brasileiro

Maior público
155.523 pessoas estiveram no Maracanã assistindo à final do Campeonato Brasileiro de 1983, Flamengo 3 x Santos 0, no dia 29 de maio daquele ano.

Menor público
Apenas 55 pessoas viram Juventude 2 x Portuguesa 1, 3/12/1997, no Olímpico, em Porto Alegre (RS).

Clube que fez mais gols em um campeonato
Santos, 103 gols em 2004

Clube com a melhor média de gols em um campeonato
Guarani, em 1982: 63 gols em 20 jogos (média 3,15).

Clube mais vezes campeão
Flamengo, 5 vezes, em 1980, 1982, 1983, 1987 e 1992 (considerando a Copa União em 1987).

Clube que disputou mais finais
São Paulo, com sete. Ganhou três (em 1977, 1986 e 1991), perdeu quatro (em 1973, 1981, 1989 e 1990). Em 1971, foi vice, mas não disputou a final (Botafogo-RJ x Atlético-MG) porque se tratava de um triangular.

Clube que disputou mais finais seguidas
São Paulo, com três. Perdeu em 1989 e 1990, ganhou em 1991.

Clubes campeões estaduais e brasileiros no mesmo ano
Palmeiras (1972, 1993 e 1994)
Internacional (1975 e 1976)
Fluminense (1984), Bahia (1988), São Paulo (1991), Grêmio (1996), Corinthians (1999), Atlético-PR (2001) e Cruzeiro (2003).

Futebol de Norte a Sul
Em 31 edições, o Campeonato Brasileiro já contou com clubes de 70 municípios brasileiros.

Decisões domésticas
Até hoje, apenas paulistas e cariocas conseguiram fazer decisões domésticas em Campeonatos Brasileiros. Dois clubes de São Paulo chegaram seis vezes à final: São Paulo x Palmeiras, em 1973; Guarani x Palmeiras, em 1978; São Paulo x Guarani, em 1986; Corinthians x São Paulo, em 1990; São Paulo x Bragantino, em 1991; Palmeiras x Corinthians, em 1994; e Santos x Corinthians, em 2002. Já os cariocas fizeram as finais de 1984 (Fluminense x Vasco) e 1992 (Flamengo x Botafogo).

Autor do primeiro gol
Scotta, do Grêmio, no jogo São Paulo 0 x Grêmio 3, no dia 7 de agosto de 1971.

Mais gols no mesmo jogo
Edmundo, do Vasco, na goleada por 6 x 0 sobre o União São João de Araras, em São Januário, em 11 de setembro de 1997. Naquele dia, ele marcou seis vezes e ainda perdeu um pênalti.

Gol mais rápido
Nivaldo, do Náutico, aos 8 segundos do jogo Náutico 3 x Atlético-MG 2, no Estádio dos Aflitos, no Recife, no dia 18 de outubro de 1989.

Mais gols somando-se todas as participações
Roberto Dinamite, do Vasco (1971 a 1988, 1990 e 1992) e da Portuguesa (1989), com 190 gols em 371 jogos (média 0,51).

Mais gols em um só campeonato
Washington, do Atlético Paranaense, que em 2004 fez 33 gols.

Maior goleada
Corinthians 10 x Tiradentes-PI 1, Canindé, 9 de fevereiro de 1983

Inter, o único invicto
O Internacional de Porto Alegre é o único time até hoje que conseguiu ser campeão brasileiro invicto. Em 1979, o Colorado de Falcão, Mário Sérgio e do então estreante zagueiro Mauro Galvão, fez 22 jogos. Ganhou 15, empatou sete e não perdeu nenhum.

Nem sempre quem decide o título de campeão brasileiro em casa leva vantagem. Vinte vezes a taça ficou com o dono do campo (ou para um time que jogava em casa, contra outro da mesma cidade) eonze vezes o visitante estragou a festa. Inclusive na última edição do Brasileiro, a de 2001, em que o Atlético Paranaense foi campeão derrotando o São Caetano por 1 x 0 em São Caetano do Sul.

Penaltis
Aconteceu em 1988, na segunda Copa União. O Bahia foi o campeão, mas, antes, teve que passar por uma prova de fogo, como os outros 23 concorrentes ao título naquele ano: chutar cinco pênaltis cada vez que um jogo da primeira fase terminasse empatado. Vitória nos 90 minutos valia três pontos; nos pênaltis, dois. O perdedor nas cobranças levava só um. Das 1 033 cobranças, 183 (quase 18%) foram desperdiçadas.

Técnicos mais vezes campeões
Com 3 títulos: Rubens Minelli (Internacional, em 1975 e 1976, e São Paulo, em 1977); Ênio Andrade (Internacional, em 1979; Grêmio, em 1981; e Coritiba, em 1985); Wanderley Luxemburgo (Palmeiras, em 1993 e 1994, Corinthians, em 1998, Cruzeiro, em 2003 e Santos, em 2004). Mas só Rubens Minelli ganhou três seguidas.

Jogo com mais expulsões
Goiás 3 x Cruzeiro 1, em 4 de outubro de 1979. Foram 14 cartões vermelhos, 5 para os cruzeirense e 9 para os goianos.

Jogadores mais vezes artilheiros (3 vezes)
Dadá Maravilha, em 1971, com 15 gols; 1972, com 17 (ambas pelo Atlético-MG); e 1976, com 16 (pelo Inter-RS); e Túlio, em 1989, com 11 gols (Goiás); 1994, com 19 (pelo Botafogo-RJ, ao lado de Amoroso, do Guarani); e em 1995, com 23 (também pelo Botafogo-RJ).

Clube que fez mais vezes o artilheiro
Vasco, 7 vezes

Jogador mais vezes campeão
Andrade, volante, 5 vezes: em 1980, 1982, 1983 e 1987 pelo Flamengo; e 1989 pelo Vasco.

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